Para 99% dos consumidores, reajustes foram inferiores ao IPCA ou IGP-M
A tarifa de energia elétrica no Brasil é uma das mais caras de todo mundo, devido a alta carga tributária embutida em sua conta. Apesar disso, a área econômica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou mais de 99% dos consumidores residenciais do País tiveram reajustes na conta de luz que ficaram abaixo dos principais índices de inflação registrados nesses quase 10 anos.
De agosto de 2002 a abril deste ano, o aumento das tarifas de energia elétrica foi inferior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, para 70,93% dos consumidores residenciais do país. Para 28,35% das unidades consumidoras residenciais, a correção acumulada das tarifas superou a variação do IPCA, mas foi inferior ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da FGV, no mesmo período. Para os outros 0,72%, a atualização tarifária do período superou o IGP-M.
De acordo com a Aneel, as tarifas de energia são submetidas a dois processos regulares de atualização: reajuste anual, geralmente na data de aniversário dos contratos de concessão e revisão periódica (em média a cada quatro anos). É prevista ainda a possibilidade de revisão extraordinária (se algum evento imprevisível afetar o equilíbrio-econômico da concessão).
fonte: Jornal da Energia
A tarifa de energia elétrica no Brasil é uma das mais caras de todo mundo, devido a alta carga tributária embutida em sua conta. Apesar disso, a área econômica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou mais de 99% dos consumidores residenciais do País tiveram reajustes na conta de luz que ficaram abaixo dos principais índices de inflação registrados nesses quase 10 anos.
De agosto de 2002 a abril deste ano, o aumento das tarifas de energia elétrica foi inferior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, para 70,93% dos consumidores residenciais do país. Para 28,35% das unidades consumidoras residenciais, a correção acumulada das tarifas superou a variação do IPCA, mas foi inferior ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da FGV, no mesmo período. Para os outros 0,72%, a atualização tarifária do período superou o IGP-M.
De acordo com a Aneel, as tarifas de energia são submetidas a dois processos regulares de atualização: reajuste anual, geralmente na data de aniversário dos contratos de concessão e revisão periódica (em média a cada quatro anos). É prevista ainda a possibilidade de revisão extraordinária (se algum evento imprevisível afetar o equilíbrio-econômico da concessão).
fonte: Jornal da Energia
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