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WGR na ENIE 2012

WGR na ENIE 2012
      
Estaremos na ENIE 2012 - de 14 a 16 de Agosto - no estande da EPCOS - TDK - expondo e demonstrando alguns de nossos produtos que utilizam capacitores Epcos, como: reatores para iluminação e bancos de capacitores para correção do fator de potência.

Esperamos você!

Pavilhão Branco do Expo Center Norte, estande 42, R. José Bernardo Pinto, 333, S. Paulo SP (próximo ao metrô Tietê).



Feira:12 às 20 h, Congresso: 9 às 18 h.

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Catálogos de Produtos WGR

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Curiosidades e História da WGR

Curiosidades e um pouco da trajetória que deu início à WGR Ignitron


O fundador da WGR nasceu na Itália e veio para o Brasil aos 6 anos de idade com seus pais, que buscavam uma vida melhor. Gostava de estudar e demonstrava interesse por equipamentos eletrônicos, formando-se mais tarde técnico em eletrônica. Como hobby, tocava guitarra e tinha uma banda de rock. Em 1965, abriu uma fábrica de equipamentos eletrônicos para guitarra em São Paulo.

Em 1967, buscando um produto inovador, iniciou a fabricação de luz estroboscópica (utilizada principalmente em danceterias e shows) – foi o primeiro fabricante no Brasil.



Em 1975, começou a trabalhar com locação de equipamentos de iluminação de prédios em lançamento.

Em 1979, formou-se engenheiro civil. No ano seguinte passou a trabalhar com consultoria de qualidade de energia, com forte atuação em um conhecido frigorífico. Desenvolveu o 1º Estimulador Elétrico para Bovinos e permanece o único no Brasil a fabricar este aparelho.

Em 1984, com os filhos já crescidos, a esposa queria voltar a trabalhar. Pensando em um trabalho lucrativo, mas com a possibilidade da esposa continuar presente na educação dos filhos, ele começou a desenvolver um produto que podia ser fabricado em casa e que estava em falta no mercado: o ignitor. Como costumava comprar e utilizar ignitores nas suas instalações, aprendeu a consertar e reaproveitar os que se queimavam, já que muitos clientes solicitavam. Desse modo, conhecendo o seu sistema de funcionamento, desenvolveu vários protótipos, até que um deles chamou a atenção de uma loja, que imediatamente encomendou várias peças. Então, ele ensinou todas as etapas de produção do ignitor para sua esposa, que começou com uma produção manual de 25 peças por dia, na garagem de sua casa, e com a prática, passou para 100 peças diárias. Produzia os modelos SON 50, o SON 53, o M51 e o M52. Logo os pedidos começaram a aumentar, e outras pessoas da família começaram a ajudar na produção.



No ano de 1990 o casal fundou a empresa WGR Indústria Comércio Importação e Exportação Ltda., começando com poucos funcionários. "W.G.R." são as iniciais do nome da esposa e "Ignitron" foi o primeiro nome fantasia da empresa. A partir de então, iniciou-se a fabricação em grande escala de ignitores para lâmpadas Multivapor Metálico e Sódio. Nos anos seguintes, outros produtos foram sendo desenvolvidos e lançados e a história continua no nosso site: 
http://www.wgr.com.br/quem-somos/a-wgr-ignitron.html.
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Banco Capacitor montado ou Componentes?

Afinal, sai mais barato comprar um Banco de Capacitores para Correção do FP MONTADO, ou os COMPONENTES separadamente?


Com certeza comprando somente os componentes sai mais barato. O problema é que além dos componentes, utilizamos cabos de potência com 1KV de isolação, os terminais são fixados nos cabos através de prensas e o banco possui sistema de ventilação testado e eficiente.

Além disso montamos todos os nossos produtos em caixa de aço. SOMANDO todos os componentes, cabos e mão de obra, o banco pronto da WGR fica mais barato. Isso sem levar em conta que você terá um produto com garantia e fabricado por uma empresa que está no mercado há mais de 20 anos.
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A pós-venda de cada dia

por Carla Estremes Ricci


Seus clientes ficaram satisfeitos com a compra? Será que correu tudo bem, o produto foi entregue corretamente, atendeu as expectativas? O que poderia melhorar?

Muitos vendedores são simpáticos e solícitos... até que a venda se conclua. Depois, desaparecem. Será medo de ouvir do cliente que algo deu errado? Ainda pode haver tempo de corrigir! Não há nada que não possa ser resolvido, revertido, consertado, trocado, cancelado. Melhor uma venda cancelada que um cliente furioso. Quando o vendedor demonstra preocupação e oferece atenção, mantém o canal de contato aberto e propício a oportunidades de vendas futuras.

Este tipo de relacionamento faz falta hoje em dia. Um contato humano, frases redigidas por uma pessoa, ao invés de automáticas, a sensação de que você é valorizado como cliente. Outro dia fiz uma compra pela internet e fiquei surpresa quando me telefonaram confirmando a transação, através de um diálogo normal e agradável. A pessoa conversava de igual para igual, com respeito, mas também com opinião própria e naturalidade, bem diferente dos atendentes de telemarketing apáticos e robotizados. A pessoa explicou que, por causa da greve dos Correios, a entrega seria mais demorada que o normal e sugeriu que eu retirasse no local, caso fosse possível. O local era muito perto de onde eu moro e a disponibilidade, imediata. Perfeito! Algo que eu jamais saberia sem um diálogo simples e rápido, pela iniciativa da própria empresa. Claro que esta era uma empresa pequena, o que torna possível um contato direto com cada cliente. Mas por que as grandes empresas precisam perder esta cumplicidade ao crescerem?

Voltei a procurar as lojas de bairro, as empresas locais, os médicos de família. O consumidor não merece ser tratado como um número. Em grandes farmácias, os balconistas limitam-se a perguntar se o cliente tem o cartão fidelidade, para empurrar produtos com desconto. A farmácia de bairro entrega em domicílio sem custo adicional, o farmacêutico preocupa-se e ainda deixa o celular caso haja alguma emergência em pleno domingo. E telefona para saber se está tudo bem! Isso é relacionamento, comprometimento, paixão pela profissão. Isso não tem preço.

A modernização é necessária, mas a alma do negócio precisa manter-se viva nas pessoas que o conduzem, não importa o cargo ou a função, afinal, a empresa é uma equipe: um por todos, todos por um, na mesma sintonia. Se você não pensa assim, está no lugar errado. Faça o que ama ou ame o que faz.

Voltando à pós-venda, por que não ligar para seus clientes após um negócio fechado ou de vez em quando? Além de ser um exercício saudável e proveitoso, certamente seu chefe aprovará e o verá com outros olhos. Há clientes que se mantêm fiéis ao vendedor, caso ele mude de empresa, o que valoriza muito mais como profissional. É algo que se conquista, como uma amizade. Não se perde o cliente por preço, mas sim por falta de argumento e de conversa.

O consumidor de hoje está carente e sairá na frente quem souber dar a atenção tão almejada por meio de profissionais bem selecionados, treinados, valorizados, motivados. E você, já fez sua pós-venda hoje?
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Concorra a uma Maleta de Medição!

Concurso Cultural - Dia do Eletricista - Concorra a uma Maleta de Medição!


Dia 17/10 é Dia do ELETRICISTA!


Parabéns a todos que exercem esta arriscada e necessária profissão!


Para comemorar este dia, vamos dar de presente uma MALETA DE MEDIÇÃO INSTANTÂNEA, para Correção do Fator de Potência, através da nossa página no Facebook. 


Veja como participar:



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Bancos de Capacitores - Condomínios com Geradores

Aplicação de bancos de capacitores em condomínios com geradores


A empresa responsável pela instalação deve orientar o condomínio, no mínimo, sobre os seguintes pontos:


- Os bancos de capacitores deverão ser obrigatoriamente desligados quando o gerador entra em operação.


- Em caso de má operação do gerador.


- Recomendamos adquirir os capacitores ou bancos de capacitores de empresas fabricantes destes equipamentos com reconhecido conhecimento técnico e larga experiência. A WGR tem 21 anos de mercado.
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Piratas Modernos

Por Carla Estremes Ricci

Com tantas facilidades e opções de escolha, o mar está para peixe. Muitas marcas, variedade, descontos e formas de pagamento atraentes, tudo para atrair o cliente. Entretanto, são tantas empresas vendendo o mesmo produto, e muitas outras surgindo no mercado, que o consumidor pode acabar navegando em mares desconhecidos.

Como se não bastasse a infinidade de produtos falsificados, há também pessoas que se passam por funcionários de determinada empresa, e até o setor elétrico está sendo alvo destes funcionários piratas. Eles usam o nome e a história de sucesso como credibilidade para vender produtos sem assumir nenhuma responsabilidade.

Funciona assim: a pessoa se passa por cliente (pessoa física) e compra os produtos diretamente da empresa, dizendo que são para consumo próprio. Tenta comprar sem nota fiscal. Através do orçamento ou mesmo pelo site da empresa, consegue papel timbrado, logotipo e diz ser vendedor ou representante da empresa que comprou, vendendo os produtos por um preço bem mais elevado. Coloca o próprio telefone, um endereço falso e monta contratos sem validade jurídica nenhuma. Se o cliente voltar a procurar o “vendedor”, ele não atende o telefone, não retorna os e-mails, simplesmente desaparece. Ele quer vender o máximo que puder, antes de ser descoberto. Só então o consumidor, confuso, resolve investigar o site da empresa e percebe que os dados cadastrais são diferentes. Só que ele realmente adquiriu um produto fabricado por aquela empresa, e a única alternativa é entrar em contato para ter seu problema resolvido. Nesse momento ele descobre que pagou muito mais caro pelo produto, que na maioria dos casos nem era o produto correto para a sua necessidade. Eventuais trocas e adequações do produto geram um custo para a empresa que foi pirateada e que vendeu para o golpista a um preço baixo, sem falar na frustração do cliente. Ambos saem prejudicados e a imagem da empresa pode ficar manchada.

Ao contrário dos piratas dos séculos XVI a XVIII, que chegavam empunhando espadas e saqueando, os de hoje são bem discretos e buscam ganhar a confiança da “vítima” com outro tipo de arma: uma boa conversa. São pessoas aparentemente comuns, simpáticas, e com uma lábia irresistível. Possuem resposta para tudo, acabam convencendo e fazendo a venda. É por isso que ao comprar qualquer produto ou serviço, devemos tomar alguns cuidados:

- O vendedor possui cartão comercial? É sempre bom pedir folhetos e catálogos dos produtos e da empresa, mas isso não garante que ele trabalhe nela. Verifique no cartão se o telefone dele tem o mesmo prefixo que o da empresa. Se a empresa possui domínio próprio (www.nomedaempresa.com.br), o e-mail do vendedor geralmente tem o mesmo domínio (fulano.nomedaempresa.com.br). Se for um e-mail pessoal, tipo fulano@hotmail.com, desconfie e questione.

- Caso ele justifique o uso do e-mail pessoal alegando que é representante e trabalha com várias empresas, fato que realmente ocorre com representantes idôneos, não compre nada sem antes entrar no site da empresa, entrar em contato e verificar com o gerente de vendas se a pessoa em questão realmente é um representante da empresa.

- Exija sempre Nota Fiscal. Se o vendedor for pirata, não poderá emitir nota em nome de outra pessoa com valor mais elevado. Se ele insistir em vender sem nota, alegando conseguir um desconto, vai pedir pagamento em cheque ou dinheiro. Ou então enviar um boleto em nome dele ou de outra empresa diferente. Cuidado!

- Sempre confira os dados que ele passou com os dados da empresa. Alguns mais audaciosos abrem empresas com nomes muito parecidos com o da empresa pirateada só para pegar seus clientes e dar golpes, depois desaparecem. Criam até sites na internet, mas geralmente com domínios fora do Brasil ou nomes estranhos. Confronte CNPJ, endereço, telefone, pesquise no site da Junta Comercial da cidade em questão e no site da receita federal.

- Como o vendedor chegou a você? Tente lembrar se ele enviou e-mail antes, se era exclusivo para você ou uma lista com vários nomes (spam). Ou se ele telefonou já sabendo seu nome ou passou por outro departamento antes, e que indicou. Não é nenhuma vergonha perguntar, pelo contrário. Intimida o mal-intencionado e aproxima o bom vendedor.

- Na dúvida, marque outra visita, não assine nem pague nada. O funcionário pirata tentará fechar a venda de qualquer jeito, o quanto antes, ele usará todos os argumentos possíveis. Resista.
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REVENDA DE MATERIAL ELÉTRICO

Como destacar-se da concorrência
Carla Valéria C. Estremes Ricci

No setor elétrico, assim como ocorre em muitos outros, a maioria das lojas ou revendas oferece as mesmas marcas e produtos muito similares. Quem faz a compra deste tipo de produto busca basicamente o triângulo MARCA – PREÇO – PRAZO DE ENTREGA. Ou já decidiu pela marca, mas precisa do melhor preço e do melhor prazo; ou precisa do melhor preço e escolhe quais as marcas disponíveis que atendem; ou precisa de prazo e aceita qualquer marca e qualquer preço.

Sabemos que preço é quesito fundamental e que as margens de lucro são cada vez menores, portanto, a diferença entre as lojas é muito pequena. Ganham no preço as revendas que compram grandes quantidades e trabalham com estoque e que oferecem formas de pagamento mais atraentes. Mas o que mais pode ser feito para que o cliente decida comprar na sua loja e não no seu concorrente?

1 - Rapidez no atendimento das solicitações: seja por telefone, e-mail ou pessoalmente, ganha pontos quem for mais rápido. Uma cotação ou uma dúvida técnica prontamente respondida, é sinônimo de comprometimento, competência e organização.

2 - Funcionários aptos: saber selecionar e contratar pessoal adequado ao perfil da empresa e aos cargos e funções necessários já é meio caminho andado. A experiência conta muito, pois vender material elétrico requer um conhecimento específico, e quase sempre exige treinamento. O treinamento é imprescindível, mesmo para quem já trabalhou na área, pois capacita os funcionários a seguirem os padrões da empresa, as rotinas e as regras.

3 - Comunicação interna eficiente: de nada adianta ter softwares sofisticados para registro de informações (emissão de orçamentos, pedidos, notas fiscais, produtos vendidos, etc), se as pessoas não utilizam corretamente os recursos ou quando o processo perde-se no meio do caminho. Formulários preenchidos não funcionam se forem esquecidos em gavetas. DICA: estabelecer rotinas para dar continuidade ao processo e documentar tudo o que foi acertado, para não gerar mal entendidos. Se a entrega do pedido atrasou, o cliente não quer saber se a culpa foi do fornecedor ou dos computadores que pifaram. Ele vai lembrar do vendedor que o atendeu. Portanto, o vendedor deve estar sempre se comunicando com o pessoal do estoque, de compras, de logística, etc, para certificar-se que o prometido será cumprido.

4 - Parceria com os fornecedores: é importante trabalhar com fornecedores que atendam o perfil da sua empresa. Rapidez na entrega, quantidade, qualidade e preço são alguns aspectos que precisam ser analisados na escolha das empresas que vão fornecer o produto acabado ou a matéria-prima.

5 - Transportadora própria: é um custo a menos para o cliente, importante ressaltar na hora da negociação.

6 - Comunicação clara e direcionada: Na loja, muitos produtos são vendidos em quantidade e ficam empilhados em prateleiras dentro de caixas, portanto, é importante o material de apoio do fabricante: pôsteres, folhetos, catálogos, displays. Lembre-se que nem sempre a informação técnica é a mais indicada! Identificar o perfil do cliente e adequar-se a ele é decisivo. Perguntar, ouvir, analisar e responder quais as opções e vantagens que elas oferecem. O web-site, os e-mails, newsletters e todas as formas de comunicação visual devem ser ilustrativos e diretos. Se o cliente precisar de detalhes técnicos, ele certamente solicitará.

7 - Idoneidade: assim como as empresas solicitam os dados cadastrais dos clientes, os clientes também fazem sua pesquisa. Os órgãos mais consultados são os de defesa do consumidor, portanto, é importante resolver questões pendentes, esclarecer reclamações, enfim, preocupar-se com o atendimento ao cliente e zelar pelo nome da empresa.

8 - Garantia estendida: mais um diferencial quando todos os outros atributos se igualam no mercado.

9 - Serviços adicionais: é possível agregar valor aos produtos oferecendo serviços, gratuitos ou não, mas que atendam às necessidades do mercado. Projetos, medições, dimensionamento, suporte técnico, manutenção, cursos, web-commerce, suporte on-line e ações diferenciadas.

Enfim, a lista não para aqui. Soluções e criatividade são o ponto de partida para se destacar num mercado movido a preço.
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Como convencer o cliente a comprar

Por que o seu produto, e não o do concorrente?
Carla Valéria C. Estremes Ricci
WGR Ignitron

Em meio a tantas marcas, é preciso saber argumentar para não perder a venda. O cliente está muito bem informado e além do melhor preço, busca também outras vantagens na hora de fechar negócio. O profissional que realmente está decidido a vender, vende qualquer tipo de produto, não importa a marca. Pois não existem produtos bons ou ruins, existem diferentes produtos para cada público-alvo. 

Você deve estar pensando: “Claro que existe produto ruim, tem muita porcaria no mercado, ah se tem!”. Só que certamente tem quem compre, não é mesmo? E tem muita gente que compra bem consciente, sabendo que é ruim mesmo, mas por quê? Por vários motivos, como: por ser o mais barato; ser uma situação provisória; melhor prazo de entrega; ponto de venda estratégico, etc. Há também os que descobrem a duras penas que fizeram um péssimo negócio. É o velho conhecido ditado “O barato sai caro”...

Portanto, um bom argumento para aquele tipo de cliente que adora “pechinchar” e ameaçar comprar do concorrente pela metade do preço, é a qualidade do seu produto. Qualidade superior significa pagar um preço justo, que pode até ser maior, porém único. Preço menor geralmente tem outros custos adicionais não previstos, como manutenção, troca de peças, vida útil reduzida, reposição, tempo perdido, etc.

Outros fatores que devem ser ressaltados e questionados numa comparação por preço:

* O produto similar tem garantia? De quanto tempo? Total ou parcial? Qual a cobertura? Vem com manual de instalação? Em português?

* Qual o prazo de entrega? Imediato? Quantos dias? Úteis ou corridos? – Um prazo de entrega muito demorado pode comprometer o processo produtivo da empresa e ocasionar muitos problemas como multas, cancelamentos de pedidos, entre outros, o que acaba não compensando o preço mais atrativo.

* O material vem de outro estado? O frete é por conta de quem? CIF ou FOB? – Muitas vezes o concorrente não menciona que o frete é por conta do cliente.

* Será que o preço do concorrente está com todos os impostos inclusos? Quais são? Qual o preço final, com todos os impostos somados? – Cada estado tem uma tributação diferente para cada tipo de produto, sem falar do IPI que geralmente é à parte, ou seja, não está embutido no preço unitário do produto.

* O atendimento do concorrente é bom o suficiente? É rápido, eficiente? – Seja melhor, surpreenda, importe-se com o cliente e mostre que está querendo realmente atender a sua necessidade, que está disponível sempre que ele precisar.

Conheça bem seu produto e seu público-alvo. Argumente. E lembre-se de que o negócio deve ser bom para ambas as partes, mas deixe sempre o cliente pensar que foi melhor para ele.
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Novo Horário Comercial

ATENÇÃO

Novo horário de atendimento:

segunda à sexta - 8:00 / 12:00 e 13:00 / 17:00
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