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Para que reator e ignitor?

A lâmpada de filamento ou incandescente não necessita nada extra para ser operada, basta ligá-la à rede elétrica. 


Eletricamente falando, estamos ligando o filamento diretamente à rede elétrica, e a corrente que passa por esse filamento é limitada pela característica elétrica do material do filamento.


O princípio de funcionamento dessas lâmpadas é a mudança de cor que um metal sofre ao ser aquecido. À medida que aquecemos um pedaço de metal, a cor acinzentada inicial vai se tornando avermelhada, aquecendo-se mais se torna alaranjada, amarelo, e, finalmente, branca. 

Ao ligarmos uma lâmpada incandescente, se olharmos para o filamento, podemos ver todas essas cores.


Por que as lâmpadas metálicas e de sódio precisam de reator e ignitor?

As lâmpadas de descarga (vapor metálico e vapor de sódio) possuem em seu interior (tubo de arco) uma mistura de gases em alta pressão. Quando a corrente elétrica aquece estes gases, ocorre um processo químico que gera luz.


Precisam de um IGNITOR para produzir um pico de tensão e gerar o acendimento. Somente a corrente não é suficiente para dar a partida na lâmpada. Acesa a lâmpada, o ignitor para de produzir os pulsos automaticamente e se auto-desliga.


Nas lâmpadas de descarga, não há nenhum tipo de resistência, como no caso da lâmpada incandescente, e é por este motivo que necessitam de REATOR: para limitar a corrente no tubo de arco da lâmpada. Caso contrário, essa corrente excederia até estourar a lâmpada.
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10 Regras - Atendimento nota 10


10 regras para um Atendimento nota 10


Você sabia que quase 70% das razões identificáveis pelas quais os clientes abandonam a empresa nada têm a ver com o produto / serviço, mas com a qualidade do atendimento prestado?


É por isso que profissionais de vendas e telemarketing precisam ser muito bem treinados e gostar de lidar com pessoas. Como em todas as profissões, há os que possuem vocação, e outros não. Todos nós temos histórias de bons e maus atendimentos e fica fácil identificar o que deve e o que não deve ocorrer.


O que o cliente quer quando procura uma empresa, para comprar ou resolver alguma situação? O que as empresas devem oferecer para atingir as expectativas do cliente?


1. Soluções – Não compramos produtos ou serviços. Compramos soluções para as mais variadas necessidades, sejam elas reais ou imaginárias. É muito mais interessante quando o atendente ouve o que temos a dizer e parece identificar o produto exato que se encaixa com o que procuramos ao invés de uma pessoa que decora a ficha técnica de cada produto, mas não é capaz de indicar nenhum específico.


2. Ouvir mais do que falar – saber o que se passa na mente de cada consumidor é tarefa para os ouvidos mais aguçados. Aprende-se a ouvir também com os olhos, caso seja possível observar pessoalmente as atitudes e expressões do cliente. Fazer perguntas é uma excelente saída quando o cliente está descontente e nervoso. Ter o máximo de informações possibilita consultar os arquivos e dar uma resposta objetiva. Perder a calma, jamais, mesmo que o cliente perca a razão.


3. Interessar-se – Não adianta fingir. É fácil perceber quando a pessoa não está nem aí para o cliente. Atendentes de telemarketing são campeões em demonstrar descaso total. “Vou cancelar tudo!” e a pessoa responde: “Um momento que vou transferir para o departamento de cancelamento.” É preciso haver comprometimento, gostar da empresa, defender a empresa, conversar com o cliente e colocar-se no lugar dele.


4. Falar com naturalidade - nada de frases robotizadas e decoradas, sorrisos e intimidade forçados. Se a pessoa está odiando o que faz, dificilmente vai convencer alguém a comprar. Mas também não vamos exagerar, nada de “Linda, amor, querida, colega, amigão, docinho, gato!” Atender bem não é virar o melhor amigo da pessoa e ter coisas em comum. É preciso ser autêntico, acreditar no que fala e passar credibilidade e carisma. Difícil?


5. Falar e escrever corretamente - Insisto em dizer que isso abre portas. Quem lida com clientes não tem desculpa. Vejo pessoas desperdiçando oportunidades valiosas de aprender, usando a internet para trocar e-mails de piadas e fofocas, ao invés de pesquisar assuntos pertinentes e procurar crescimento profissional. É preferível gastar vários minutos a mais pesquisando uma palavra no dicionário do que enviar um texto com erro. Ativar o corretor ortográfico no envio dos e-mails deveria ser obrigatório. Quem fala e escreve bem impressiona e conquista admiração, sobressai-se dos demais.


6. Agir com educação – palavras como “Bom dia, boa tarde, por favor, por gentileza, com licença, obrigado, disponha”, nunca saem de moda. Espero que nunca saiam. Demonstram atenção, preocupação e cuidado. Quem não gosta de ser bem tratado? Nunca deixe o cliente esperando tempo demais, prefira retornar a ligação ou oferecer um café, mas jamais se esqueça dele, ele certamente perceberá.


7. Respeitar e portar-se com discrição – na empresa ou no cliente, deve haver um equilíbrio entre naturalidade e respeito. No modo de se vestir, falar, gesticular, etc. Na presença do cliente, é inaceitável gritar para chamar um colega, falar gírias em excesso, palavrões, piadinhas, cantar, batucar, bater portas, gavetas, enfim, é preciso ter uma postura madura e profissional.


8. Registrar informações com organização – de modo que possam ser consultadas com facilidade e rapidamente. Nossa memória é falha, devemos ter todas as ferramentas à mão com agilidade quando o cliente precisar, evitando que ele tenha que relatar tudo novamente.


9. Usar o celular com moderação e critério – ele está lá, todos sabem, quem não tem? Mas é preciso saber avaliar o que é prioridade: aquele cliente que está na linha (ou pessoalmente), ou o que está ligando para o celular? Nada de deixar o cliente plantado esperando e atender o celular para falar com amiga, mulher, namorado, etc. Cuidado! Os toques de celular revelam quem você é! Barulhos escandalosos, pagode, funk, músicas de balada, podem agradar amigos e parentes, mas no ambiente e relações profissionais, pegam mal... Os modos “silencioso” e “vibratório” foram inventados para situações que exigem discrição.


10. Superar expectativas – este deveria ser o objetivo de todos os profissionais que lidam com clientes. O cliente é chato? Seja atencioso. Ele é durão? Descubra seu ponto fraco e trate-o bem. Aliás, como digo sempre, não existem clientes chatos e difíceis, mas sim exigentes. Quem não exige não se impõe. Exigências plausíveis ampliam os horizontes e até mesmo inspiram novas idéias.


Carla Estremes Ricci
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Queima de Capacitores

Por que somente alguns capacitores do banco queimam, sendo que todos são iguais?


Apesar de as unidades capacitivas possuírem a mesma potência e tensão e atenderem às especificações da Norma NBR IEC60831-1 e NBR IEC60831-2, possuem características elétricas (resistência elétrica, perda e isolação) e mecânicas (dimensional e dissipação térmica) com diferenças mínimas.


Além disso, dentro de um banco de capacitor, estão fisicamente instaladas em locais diferentes onde a ventilação natural ou forçada será diferente entre ambas. Desta forma, terão uma expectativa de vida diferente.


Outro fator que faz com que uma unidade capacitiva queime em momento diferente da outra é que em uma ressonância, a corrente e a tensão sobre o capacitor será extremamente elevada, causando a queima de uma ou mais unidades capacitivas. Isto fará com que a ressonância acabe, uma vez que a capacitância do sistema foi alterada e assim sendo, a corrente e a tensão sobre o capacitor voltarão aos valores normais. Não ocorrerá mais a queima de unidades capacitivas até que o sistema entre em ressonância novamente, fato este que poderá ocorrer na troca do capacitor queimado. Neste caso, é fundamental um estudo para verificar se será necessária a instalação de indutores de dissintonia (bloqueadores de harmônicas).


As unidades capacitivas de maior potência tendem a queimar com maior frequência do que as unidades capacitivas de menor potência. Isso por que as unidades capacitivas de maior potência esquentam mais do que as de menor potência, devido à sua relação potência/volume. Assim sendo, as unidade capacitivas de maior potência terão sua expectativa de vida inferior às de menor potência. Vale ressaltar que as unidades capacitivas de maior potência também atendem integralmente à norma de capacitores NBR IEC 60831-1 e NBR IEC 60831-2 e tem sua expectativa de vida superior à 100.000 horas.


Se levarmos em conta a relação potência/volume, as unidades capacitivas monofásicas são os capacitores que possuem a maior expectativa de vida.


No caso de bancos de capacitores que apresentam queima na conexão dos cabos nas unidades capacitivas monofásicas, podem ter sido montados com terminais de marcas diferentes. Se o terminal macho que já vem na célula é de uma marca e o terminal fêmea do cabo de conexão é de outra marca, não há um bom contato, sendo bem provável que a conexão fique comprometida - gerando aquecimento no terminal e possível queima do cabo.


Outro fator que faz com que o cabo queime na conexão com a unidade capacitiva monofásica é a corrente True RMS, medida no terminal da unidade capacitiva monofásica, muito acima da corrente nominal. Isto pode ser causado por tensão de rede ou distorção harmônica elevada.

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Fio Neutro

O condutor neutro tem uma diferença de 0 (zero) Volts em relação ao terra. Isto quer dizer que não há diferença de potencial entre estes dois condutores. Não é correto chamar o condutor neutro de negativo, pois em corrente alternada (Concessionária), como é o caso, não há polaridade fixa. 

Corrente contínua seria a da bateria. O condutor Neutro é gerado pelo tipo de ligação interna no transformador. Normalmente não deve haver circulação de corrente e tensão em relação a “Terra”.


Um transformador com saída (secundário) em 220 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 220 Volts e entre fases e Neutro=127 Volts

Um transformador com saída (secundário) em 380 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 380 Volts e entre fases e Neutro = 220 Volts

Um transformador com saída (secundário) em 440 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 440 Volts e entre fases e Neutro = 254 Volts

O Condutor Neutro deve ser identificado pela cor AZUL CLARO.

Na ligação de uma lâmpada com interruptor, o Neutro sempre alimenta diretamente a lâmpada.

O condutor Neutro não pode ser seccionado por disjuntor ou fusível. Deve ser ligado ao barramento existente para este fim e/ou em dispositivos tipo DR.

Fonte: Elétrica Celtec
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Lâmpadas Fluorescentes causam câncer de pele?

Fonte: Elétrica Celtec

Frequentemente ouvimos a orientação de que as pessoas que trabalham em ambientes iluminados por lâmpadas fluorescentes necessitam usar protetor solar. Até que ponto isto é necessário?

Esta questão surgiu no início da década de 1980, quando se considerou a possibilidade de que as lâmpadas fluorescentes poderiam causar o melanoma, ou câncer de pele. Este boato foi estimulado principalmente por dois fatos: 1) a maioria das fontes de luz fluorescente emite uma pequena quantidade de R-UV e 2) a exposição a altos níveis de R-UV solar podem causar o melanoma. 

Infelizmente, tais relatos superficiais, sobre um assunto técnico, levaram ao surgimento de um conceito indevido sobre as lâmpadas fluorescentes, entre muitas pessoas. De fato, a maioria das lâmpadas utilizadas para a iluminação de ambientes internos produz R-UV, entretanto elas não geram riscos à saúde. Para entendermos o porquê disto, devemos analisar o funcionamento dos dois principais tipos de lâmpadas mais comumente utilizadas (as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes) e conhecer as conclusões de vários estudos científicos sobre o tema. 

Lâmpadas incandescentes: a luz visível emitida por este tipo de lâmpada resulta do aquecimento dos seus filamentos de tungstênio. A maior parte da energia resultante deste processo encontra-se na faixa do infravermelho. A quantidade de R-UV produzida é desprezível e completamente absorvida pelo bulbo da lâmpada que é de vidro. 

Lâmpadas fluorescentes: neste tipo de lâmpada, uma descarga elétrica é gerada e conduzida através de um gás ou uma mistura de gases (habitualmente mercúrio e argônio) causando a sua ionização e consequentemente a produção de R-UV. Esta, por sua vez, interage com a camada de fósforo na face interna do invólucro de vidro da lâmpada sendo convertida em luz visível. Assim, as emissões de R-UV das lâmpadas fluorescentes são extremamente baixas devido a uma forte atenuação causada pela reação com o fósforo e pelo invólucro de vidro.

Diversos estudos científicos já foram realizados com o objetivo de medir a quantidade de R-UV que as lâmpadas fluorescentes poderiam estar emitindo no ambiente. Em 1988, uma revisão científica internacional (CIE - Journal, 1988 apud NEMA, 1999) concluiu que não havia nenhum dado que suportasse a associação entre a exposição a luz fluorescente e o risco de melanoma. Concluíram que nenhuma lâmpada testada emitia níveis significativos de R-UV a uma distância de 10 centímetros que pudesse ser considerada risco para a saúde.

No Brasil, medições em ambientes iluminados artificialmente, realizadas com instrumentos muito sensíveis, mostraram que os níveis de R-UV são praticamente nulos e, portanto, não oferecem risco algum à saúde. Uma exposição de 8 horas sob a luz fluorescente equivale a 1 minuto de exposição ao sol. 

Sendo assim, com base em estudos realizados desde a década de 80, a conclusão de que as lâmpadas fluorescentes não emitem níveis significativos de Raios Ultravioletas e que não aumentam o risco para o desenvolvimento dos principais tipos de câncer de pele (CEC, CBC e melanoma) permanece até os dias de hoje. 

REFERÊNCIAS 

ARPANSA. Australian Radiation Protection and Nuclear Safety Agency. Ultraviolet radiation emissions from compact fluorescent lights. Disponível em: http://www.arpansa.gov.au 

NEMA. National electrical Manufacturers Association. Ultraviolet radiation from fluorescent lamps. A NEMA Lighting Systems Division Document, 1999.
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Vista a camisa do cliente

por Carla Estremes Ricci
artigo publicado na revista O Setor Elétrico

Olhe ao seu redor. Como é o seu ambiente de trabalho? Você está cercado de profissionais competentes, motivados, interessados, pró-ativos, que trabalham em equipe?

Em qualquer negócio, a sintonia entre todo o pessoal e cada setor da empresa é fundamental. Dividir e trocar informações, incentivar, apoiar, ser prestativo, tirar dúvidas, relacionar-se bem. Trabalhar em equipe é estar em constante movimento, não desanimar nunca, mas sim lutar para encontrar novas soluções. É corrigir e aperfeiçoar as falhas e melhorar o que já estava bom. Equipe são parceiros, colegas, braços direitos, pessoas com quem podemos contar e que também não deixamos na mão.

Erra quem pensa em conseguir sucesso e reconhecimento através do individualismo. Cada um de nós tem suas qualidades e talentos únicos, mas de nada adiantam quando utilizados isoladamente. Exceto em raros casos e em profissões menos convencionais, temos conhecimento de pessoas que vencem absolutamente sozinhas. Certamente dispõem de uma bela equipe de profissionais que trabalham em conjunto.

Numa empresa onde há rivalidade entre os profissionais e mesmo entre os departamentos, perde-se o conceito de equipe. Departamentos distintos têm o objetivo de concentrar profissionais especializados numa mesma área ou função, mantendo elos de ligação entre si, ou seja, um depende do outro para o perfeito funcionamento de toda a organização. Assim como em qualquer organismo, se um órgão vital falha, outros podem ficar comprometidos. Deixar de fazer uma tarefa por não ser sua função, por falta de iniciativa ou mesmo indiferença, parece não afetar diretamente o funcionário “distraído”. Mas é um comportamento que aos poucos pode “contaminar” os outros, gerando egoísmo e falta de comprometimento.

Vejam um exemplo simples: Se o telefone do seu colega toca e ele não está mesa, você:
a) Finge que não ouve, afinal está muito concentrado na sua tarefa;
b) Faz um enorme esforço para puxar a ligação, mas após 10 toques o telefone pára de tocar;
c) Xinga baixinho palavras incompreensíveis e depois atende ao telefone como se fosse a coisa mais absurda do mundo;
d) Puxa a ligação e atende como está acostumado a atender qualquer ligação da empresa.

Se você esboçou um leve sorriso quando leu as respostas a, b ou c, certamente já viu essa cena. Ou vivenciou. Mas não conte para o seu chefe! Afinal, quem quer que esteja ligando para a sua empresa, faz uma imagem dela, ainda que por telefone. Se for um cliente então, pode ser um contato perdido. Uma venda perdida. E todos saem perdendo, afinal fazem parte de um único organismo.

O verdadeiro trabalho de equipe ultrapassa o conceito de “vestir a camisa da empresa”. Nenhuma empresa existe sem o cliente. Ações voltadas pura e simplesmente para a empresa, tendem a ser superadas por aquelas que têm como objetivo a satisfação das mais variadas necessidades dos seus clientes.

Portanto, olhe novamente ao seu redor, mude o que precisa ser melhorado, valorize o que há de melhor em cada um, seja parte de uma equipe. Mesmo que alguns continuem imobilizados pela mediocridade, faça a sua parte. A diferença será visível. Destaque-se das pessoas comuns e vista a camisa do cliente! 
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Concorra a uma Maleta de Medição!

Concurso Cultural - Dia do Eletricista - Concorra a uma Maleta de Medição!


Dia 17/10 é Dia do ELETRICISTA!


Parabéns a todos que exercem esta arriscada e necessária profissão!


Para comemorar este dia, vamos dar de presente uma MALETA DE MEDIÇÃO INSTANTÂNEA, para Correção do Fator de Potência, através da nossa página no Facebook. 


Veja como participar:



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Bancos de Capacitores - Condomínios com Geradores

Aplicação de bancos de capacitores em condomínios com geradores


A empresa responsável pela instalação deve orientar o condomínio, no mínimo, sobre os seguintes pontos:


- Os bancos de capacitores deverão ser obrigatoriamente desligados quando o gerador entra em operação.


- Em caso de má operação do gerador.


- Recomendamos adquirir os capacitores ou bancos de capacitores de empresas fabricantes destes equipamentos com reconhecido conhecimento técnico e larga experiência. A WGR tem 21 anos de mercado.
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Aplicação Errada de Capacitores

Possíveis consequências da aplicação errada de capacitores ou bancos de capacitores fixos ou automáticos:

1 - Cálculo errado das necessidades em kVAr do cliente: Correção do FP insuficiente ou excessiva (as duas situações continuam gerando penalidades financeiras/multas por parte das concessionárias)

2 - Instalação com nível de harmônicas alto (são fenômenos que distorcem a forma da energia fornecida pela concessionária):

- Perda de vida útil acelerada no capacitor e consequente retorno do pagamento da penalidade/multa à concessionária;

-  Explosão ou incêndio dos capacitores e consequente danos à instalação elétrica e risco de vida (devem ser usados sempre capacitores com dispositivo mecânico de proteção para eliminar este risco).

3 - Dimensionamento inadequado dos componentes do banco de capacitores tais como:
Cabos, Chaves, Disjuntores e Fusíveis, Contatores, Controladores, Reatores: Acarretam custo adicional do equipamento e, ainda, uma possível correção inadequada do fator de potência.
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Banco de Capacitor para Condomínios

Informações mínimas que um condomínio deve fornecer ao fabricante de bancos de capacitores para uma especificação adequada, do ponto de vista técnico e econômico:

- As contas de energia dos últimos 12 meses;


- O regime de trabalho das principais cargas (os horários de maior funcionamento): bombas, elevadores, ar-condicionado central, iluminação;


- Recomenda-se a realização do estudo do sistema elétrico do condomínio, para que seja feita uma avaliação correta da necessidade e, a partir deste estudo, dimensionar o equipamento mais adequado técnica e economicamente a ser instalado.
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Cobrança de Energia Reativa Excedente


Na conta de energia, as nomenclaturas usadas pelas concessionárias para
identificar a “multa” (cobrança de excedente reativo) por baixo fator de potência, são:


- UFER - Unidade de Faturamento de Energia Reativa.
- FDR - Faturamento da Demanda Reativa.
- CRE - Consumo Reativo Excedente na ponta/fora de ponta.
- DRE - Demanda Reativa Excedente.
- EC - Energia Excedente.
- EREX - Energia Reativa Excedente.


Quando um destes nomes aparece na conta de energia com valor diferente de zero, significa que  há cobrança de "multa" e é necessário corrigir o fator de potência.
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Causas do Baixo Fator de Potência

Os principais fatores para um baixo fator de potência são:


- Motores e transformadores operando "em vazio" ou com pequenas cargas;
- Motores e transformadores superdimensionados;
- Máquinas de solda;
- Lâmpadas de descarga (fluorescentes, vapor de mercúrio, vapor de sódio e vapor metálico) com reatores de baixo fator de potência (sem capacitor);
- Excesso de energia reativa capacitiva.
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Fator de Potência - Legislação

O que diz a Legislação do Setor Elétrico sobre o Fator de Potência


- O Fator de Potência das unidades consumidoras deve ser mantido o mais próximo possível da unidade (1), contudo, a Resolução ANEEL 456/00 estabelece como Fator de Potência de referência – indutivo ou capacitivo – um limite mínimo de 0,92.


- Unidades consumidoras que tenham o Fator de Potência medido inferior a 0,92 devem ter a energia e/ou demanda reativa excedente cobrada nas faturas mensais. 


Fonte: EDP Bandeirante
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Luminária com Standby


Muitas instalações comerciais, principalmente supermercados, show-room e lojas em geral, necessitam de iluminação ininterrupta no horário normal de funcionamento. Com o sistema Standby da WGR, em caso de oscilação ou queda de energia elétrica, é acionada uma lâmpada auxiliar ligada ao gerador, enquanto a lâmpada de descarga esfria e volta a acender.

Aplicação em áreas com altura de montagem de 4 a 6 metros.

Com a exclusiva tecnologia que utiliza o EAR (reator desacoplado da luminária), as vantagens são várias:
  • A luminária se desconecta facilmente do EAR através do plugue conector, ficando bem mais leve e facilitando a remoção para limpeza, manutenção e troca da lâmpada;

  • Temperatura da lâmpada não interfere na temperatura do reator, aumentando a vida útil do mesmo; Como o reator fica ao lado da luminária, propicia uma redução de temperatura ambiente  de 60 a 80º (se ficasse em alojamento, acima da luminária) para 45º C. Tal fato dobra a vida do reator e capacitor, reduzindo os custos de manutenção e investimentos para substituição para menos que a metade.

  • O refletor prismático não tem parafusos para fixação na soqueteira. Tem um encaixe simples e prático que facilita a instalação/limpeza/manutenção e evita riscos de quebra ou trincas em caso de impacto.

  • Possui exclusivo Sistema de Desligamento Automático do Capacitor*, evitando que o mesmo consuma energia quando a lâmpada estiver apagada.


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O preço da vida moderna

por Carla Estremes Ricci
artigo publicado na revista O Setor Elétrico


Antigamente, a rotina de um profissional ao visitar seu cliente era assim: ele abria a agenda ou a lista telefônica, ligava para alguns nomes conhecidos, marcava dia e horário com certa antecedência, geralmente na agenda, fazia algumas anotações, separava folhetos, catálogos, e dependendo do produto, levava uma amostra consigo. Colocava tudo numa pasta de couro, pegava um ônibus e era recebido no horário combinado. Apresentava o material impresso, enquanto explicava detalhes sobre a empresa e o produto em questão. Nem sempre havia telefone na sala de reuniões, portanto, a conversa só era interrompida se houvesse algum assunto muito importante, através de uma secretária. Ambos trocavam cartões de visita, e os contatos posteriores se davam através de telefone, novas visitas e mais tarde pelo fax. As pessoas se conheciam, cumprimentavam-se na rua, almoçavam no mesmo horário e andavam muito à pé e de ônibus. O dinheiro era suado, mas dava para pagar as contas e ter o necessário, a vida era mais tranquila. Trabalhar de carro era um luxo, carro do ano então, só gerentes, diretores e donos de empresa tinham.


Atualmente, eis a rotina de um profissional ao visitar um cliente: ele liga o computador e seleciona através de um mailing list vários nomes de empresas e profissionais que não conhece, dispara e-mails, depois telefona tentando marcar uma visita para o dia seguinte. Grava o número do celular, o telefone comercial, o endereço, e-mail, skype, e o MSN do cliente no seu próprio celular e no notebook. Entra na internet, procura o endereço no Google Maps, analisa rapidamente o trajeto, imprime o mapa para garantir, mas também consulta as notícias sobre o trânsito e sobre o tempo, para decidir qual a melhor rota. Feito isso, coloca todos os aparatos eletrônicos numa mochila própria para disfarçar e proteger o equipamento, digita o endereço no GPS. Entra no carro, liga o aparelho no carregador, conecta o fone de ouvido no celular, fecha os vidros, liga o ar condicionado e reza para a cidade não alagar. Aproveita o trânsito para fazer algumas ligações e resolver problemas particulares, assim economiza tempo. Atende as ligações e agenda outras visitas, tentando encaixar os clientes da mesma região no mesmo dia. Faz malabarismos na direção, vai ouvindo as notícias do trânsito e procura rotas alternativas para chegar mais rápido. Envia alguns torpedos para os amigos. Se o trânsito estiver bom, ouve umas músicas que selecionou e gravou no pen drive. Geralmente, chega uma meia-hora atrasado, o que é pouco, considerando os inúmeros imprevistos possíveis. Estacionar o carro é um problema à parte... Bem, finalmente com o cliente, conversam em uma mesa de reuniões, trocam cartões, abre-se o notebook, e a apresentação da empresa e dos produtos/serviços é em Power Point ou vídeo. Navegam na internet, fazem pausas para atender o celular, enviar ou receber e-mails, torpedos, fotos, músicas, ver o filho no Messenger, pagar alguma conta esquecida na internet e, bem... a partir daí, as possibilidades são infinitas. Pode-se até encomendar o almoço online. E almoçar no carro a caminho de outro compromisso. Sem rotina, sem horário, se der tempo. O que for mais fácil e rápido. Contatos posteriores com o cliente agora são por e-mail chat, skype, MSN ou telefone. O próprio cliente acessa o site do fornecedor e através de códigos e senhas tem acesso a preços, prazos, faz a compra e acompanha o processo online. Bateu até um cansaço ao ler este parágrafo? Pois é, assim é o nosso dia - cheio demais, sem pausas, emendando compromissos e atividades.


Hoje, quanto mais se ganha, mais se gasta, mais se quer. Compramos até o que não podemos. Temos tudo o que é novidade, até carro zero, parcelado em 48 vezes. Aí precisamos trabalhar mais. A vida é corrida, conturbada. Tudo é digital, dos documentos às fotos, da TV às músicas favoritas, até as nossas digitais nos arquivos da receita federal. Ironicamente, a realidade é virtual. Estamos conectados e acessíveis o tempo todo. Queremos atender e ser atendidos imediatamente, sem restrição de horário e lugar. Tudo pode ser resolvido com apenas alguns cliques. O estado de alerta é constante e os momentos de sossego cada vez mais raros. Os dias são longos e as férias curtas. E a vida passa. Rápido como um clique.
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HARMÔNICAS - RETIFICADORES com FILTRO CAPACITIVO

2.4 CAUSAS de HARMÔNICAS - Retificadores com Filtro Capacitivo

Conforme já foi visto, a grande parte dos equipamentos eletrônicos possui um estágio de entrada constituído por um retificador monofásico com filtro capacitivo. Este tipo de circuito produz correntes na rede de forma impulsiva, centradas aproximadamente no pico da onda senoidal. O circuito está mostrado na figura 1.

Figura 1 - Retificador monofásico com filtro capacitivo.


Na figura 2 têm-se formas de onda da tensão e da corrente, obtidas por simulação, bem como o espectro da corrente. Nota-se a grande amplitude das harmônicas, produzindo, certamente, uma elevada THD.
(a) (b)
Figura 2 - (a) Corrente de entrada e tensão de alimentação de retificador alimentando filtro capacitivo. (b) Espectro da corrente.


Situação semelhante ocorre com entrada trifásica, quando são observados dois impulsos de corrente em cada semi-ciclo, como mostra a figura 3. Nota-se, mais uma vez, a significativa distorção que pode ocorrer na forma da tensão devido à queda de tensão que ocorre na reatância da linha.

Figura 3 - Tensão na entrada (superior) e corrente de linha (inferior) em retificador trifásico com filtro capacitivo.
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CAUSAS de HARMÔNICA - FORNO DE ARCO

2.3 HARMÔNICAS produzidas pelo FORNO de ARCO

As harmônicas produzidas por um forno de arco, usado na produção de aço, são imprevisíveis devido à variação aleatória do arco. A corrente do arco é não-periódica e sua análise revela um espectro contínuo, incluindo harmônicas de ordem inteira e fracionária. Entretanto, medições indicam que harmônicas inteiras entre a 2ª e a 7ª predominam sobre as demais, sendo que sua amplitude decai com a ordem.

Quando o forno atua no refino do material, a forma de onda se torna simétrica, desaparecendo as harmônicas pares. Na fase de fusão, tipicamente, as componentes harmônicas apresentam amplitude de até 8% da fundamental, enquanto no refino valores típicos são em torno de 2%.
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CAUSAS de HARMÔNICA - RCT

2.2 Reator Controlado a Tiristores (RCT)

A figura 1 mostra o circuito de um RCT, elemento utilizado para fazer controle de tensão no sistema elétrico. Isto é feito pela síntese de uma reatância equivalente, que varia entre 0 e L, em função do intervalo de condução do par de tiristores. A forma de onda da corrente, bem como seu espectro, estão mostrados na figura 2. Observe a presença de harmônicas ímpares. À medida que o intervalo de condução se reduz, aumenta a THD da corrente.

Figura 1 - Diagrama elétrico de RCT.


Figura 2 - Formas de onda e espectro da corrente em RCT.


A corrente obedece à seguinte expressão:




"a" é o ângulo de disparo do SCR, medido a partir do cruzamento da tensão com o zero. "Vi" é o valor de pico da tensão.

As componentes harmônicas (valor eficaz) são dadas pela equação (Figura 3), existindo para todas as componentes ímpares. A figura 4 mostra o comportamento de algumas harmônicas em função do ângulo a. Note que a terceira componente pode atingir quase 14% do valor da fundamental.


figura 3



Figura 4 - Variação do valor eficaz de cada componente harmônica em relação à fundamental.
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CAUSAS de HARMÔNICA - CONVERSORES

2. Causas de distorção harmônica

Serão apresentados a seguir equipamentos e fenômenos que produzem contaminação harmônica no sistema elétrico. Quando se fizer referência ao termo ideal, significa que estão sendo desconsiderados os efeitos indutivos do sistema de alimentação, ou seja, considera-se a alimentação feita a partir de uma fonte ideal.

2.1 Conversores

Serão vistos aqui alguns casos típicos de componentes harmônicas produzidas por conversores eletrônicos de potência, tais como retificadores e controladores CA.

2.1.1 Formas de onda em conversores ideais

A figura 1 mostra um retificador a diodos alimentando uma carga do tipo RL, ou seja, que tende a consumir uma corrente constante, caso sua constante de tempo seja muito maior do que o período da rede.

Na figura 2 tem-se a forma de tensão de saída do retificador, numa situação ideal. Supondo uma corrente constante, sem ondulação sendo consumida pela carga, a forma de onda da corrente na entrada do retificador é mostrada na figura 3.

As amplitudes das componentes harmônicas deste sinal seguem a equação 1.1:






onde:
h é a ordem harmônica;
k é qualquer inteiro positivo;
q é o número de pulsos do circuito retificador (6, no exemplo).


Figura 1 - Circuito retificador trifásico, com carga RL.


Figura 2 - Tensão de saída de retificador ideal.


Figura 3 - Tensões e corrente de entrada com carga indutiva ideal e espectro da corrente.


2.1.2 A comutação

Uma forma de corrente retangular, como a suposta na figura 3, pressupõe a não existência de indutâncias em seu caminho, ou então uma fonte de tensão infinita, que garante a presença de tensão qualquer que seja a derivada da corrente.

Na presença de indutâncias, como mostrado na figura 4, no entanto, a transferência de corrente de uma fase para outra não pode ser instantânea. Ao invés disso, existe um intervalo no qual estarão em condução o diodo que está entrando e aquele que está em processo de desligamento. Isto configura um curto-circuito na entrada do retificador. A duração deste curto-circuito depende de quão rapidamente se dá o crescimento da corrente pela fase que está entrando em condução, ou seja, da diferença de tensão entre as fases que estão envolvidas na comutação.


Figura 4 - Topologia de retificador trifásico, não-controlado, com carga indutiva . Formas de onda típicas, indicando o fenômeno da comutação.

A figura 5 mostra um resultado experimental relativo a um retificador deste tipo. Neste caso a corrente não é plana, mas apresenta uma ondulação determinada pelo filtro indutivo do lado CC. Mesmo neste caso pode-se notar que as transições da corrente de entrada não são instantâneas e que durante as transições, nota-se uma perturbação na tensão na entrada do retificador. O valor intantâneo desta tensão é a média das tensões das fases que estão comutando, supondo iguais as indutâncias da linha. Este "afundamento" da tensão é chamado de "notching".

Como se nota, a distorção na tensão ocorre devido à distorção na corrente associada à reatância da linha.

Figura 5 - Distorção na tensão devido ao fenômeno de comutação.

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HARMÔNICAS em RELÉS e FUSÍVEIS

1.7 EFEITO das HARMÔNICAS em RELÉS DE PROTEÇÃO e FUSÍVEIS

Um aumento significativo da corrente devido às harmônicas, sempre provocará um maior aquecimento dos dispositivos pelos quais circula a corrente, podendo ocasionar uma redução em sua vida útil e, eventualmente, sua operação inadequada.

Quanto aos relés de proteção, não é possível definir completamente as respostas devido à variedade de distorções possíveis e aos diferentes tipos de dispositivos existentes.

A referência abaixo é um estudo no qual se afirma que os relés de proteção geralmente não respondem a qualquer parâmetro identificável, tais como valores eficazes da grandeza de interesse ou a amplitude de sua componente fundamental. O desempenho de um relé considerando uma faixa de frequências de entrada não é uma indicação de como aquele componente responderá a uma onda distorcida contendo aquelas mesmas componentes espectrais. Relés com múltiplas entradas são ainda mais imprevisíveis.

Referência bibliográfica: "Sine-wave Distortions in Power Systems and the Impact on Protective Relaying." Report prepared by the Power System Relaying Committee of the IEEE Power Engineering Society. Novembro 1982.
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HARMÔNICAS nos APARELHOS de MEDIÇÃO

1.6 HARMÔNICAS também afetam os APARELHOS de MEDIÇÃO

Aparelhos de medição e instrumentação em geral são afetados por harmônicas, especialmente se ocorrerem ressonâncias que afetam a grandeza medida.

Dispositivos com discos de indução, como os medidores de energia, são sensíveis a componentes harmônicas, podendo apresentar erros positivos ou negativos, dependendo do tipo de medidor e da harmônica presente. Em geral a distorção deve ser elevada (>20%) para produzir erro significativo.
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HARMÔNICAS em EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

1.5 EFEITOS das HARMÔNICAS em Equipamentos Eletrônicos

Alguns equipamentos podem ser muito sensíveis a distorções na forma de onda de tensão. Por exemplo, se um aparelho utiliza o cruzamento com o zero (ou outros aspectos da onda de tensão) para realizar alguma ação, distorções na forma de onda podem alterar, ou mesmo inviabilizar o seu funcionamento.

Caso as harmônicas penetrem na alimentação do equipamento por meio de acoplamentos indutivos e capacitivos (que se tornam mais efetivos com o aumento da frequência), eles podem também alterar o bom funcionamento do aparelho.
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EFEITOS DAS HARMÔNICAS EM CAPACITORES

1.4 Efeitos das HARMÔNICAS nos CAPACITORES

O maior problema aqui é a possibilidade de ocorrência de ressonâncias (excitadas pelas harmônicas), podendo produzir níveis excessivos de corrente e/ou de tensão. Além disso, como a reatância capacitiva diminui com a frequência, tem-se um aumento nas correntes relativas às harmônicas presentes na tensão.
As correntes de alta freqüência, que encontrarão um caminho de menor impedância pelos capacitores, elevarão as suas perdas ôhmicas. O decorrente aumento no aquecimento do dispositivo encurta a vida útil do capacitor.

A figura 1 mostra um exemplo de correção do fator de potência de uma carga e que leva à ocorrência de ressonância no sistema. Na figura 2 são mostradas as figuras relativas à tensão e às correntes da fonte nos diferentes circuitos.


(a) (b) (c)
Figura 1 - Circuitos equivalentes para análise de ressonância da linha com capacitor de correção do fator de potência.
Considere o circuito (a), no qual é alimentada uma carga do tipo RL, apresentando um baixo fator de potência. No circuito (b), é inserido um capacitor que corrige o fator de potência, como se observa pela forma da corrente mostrada. Suponhamos que o sistema de alimentação possua uma reatância indutiva, a qual interage com o capacitor e produz uma ressonância série (que conduz a um curto-circuito na frequência de sintonia). Caso a tensão de alimentação possua uma componente nesta freqüência, esta harmônica será amplificada. Isto é observado na figura 2 (inferior), considerando a presença de uma componente de tensão de 5a harmônica, com 3% de amplitude. Observe a notável amplificação na corrente, o que poderia produzir importantes efeitos sobre o sistema.

Figura 2 - Formas de onda relativas aos circuitos da figura 1: (a) - superior; (b) - intermediário; (c) - inferior.

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