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LUMINÁRIAS DE LED WGR

LUMINÁRIA DE LED WGR


A WGR já fabrica luminárias de LED à mais de 2 anos. Realizamos projetos e determinamos a melhor luminária de LED para cada aplicação. Alguns clientes já atendidos com nossas luminárias de LED são J.Macedo, BorgWarner, Nexans/Ficap, Cobreq, Brasilgráfica, Sabó Retentores, Rimowa e diversas outras empresas dos mais diversos segmentos. 

Fábrica Borg Warner Itatiba - Luminárias DRONE WGR 150W LED

LUMINÁRIA  DRONE WGR 150W LED
150W Potência
16.500 Lumens
Fonte OSRAM
Led CREE
Para alturas até 25 metros
Focos dos LEDs direcionáveis individualmente
Garantia de 5 anos

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Catálogos de Produtos WGR

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Luminária com Standby


Muitas instalações comerciais, principalmente supermercados, show-room e lojas em geral, necessitam de iluminação ininterrupta no horário normal de funcionamento. Com o sistema Standby da WGR, em caso de oscilação ou queda de energia elétrica, é acionada uma lâmpada auxiliar ligada ao gerador, enquanto a lâmpada de descarga esfria e volta a acender.

Aplicação em áreas com altura de montagem de 4 a 6 metros.

Com a exclusiva tecnologia que utiliza o EAR (reator desacoplado da luminária), as vantagens são várias:
  • A luminária se desconecta facilmente do EAR através do plugue conector, ficando bem mais leve e facilitando a remoção para limpeza, manutenção e troca da lâmpada;

  • Temperatura da lâmpada não interfere na temperatura do reator, aumentando a vida útil do mesmo; Como o reator fica ao lado da luminária, propicia uma redução de temperatura ambiente  de 60 a 80º (se ficasse em alojamento, acima da luminária) para 45º C. Tal fato dobra a vida do reator e capacitor, reduzindo os custos de manutenção e investimentos para substituição para menos que a metade.

  • O refletor prismático não tem parafusos para fixação na soqueteira. Tem um encaixe simples e prático que facilita a instalação/limpeza/manutenção e evita riscos de quebra ou trincas em caso de impacto.

  • Possui exclusivo Sistema de Desligamento Automático do Capacitor*, evitando que o mesmo consuma energia quando a lâmpada estiver apagada.


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LUMINÁRIA PARA O SETOR ALIMENTÍCIO

Indústrias e comércios de alimentos, assim como indústrias farmacêuticas, químicas, cosméticas, hospitais, laboratórios, entre outros, possuem normas rígidas de segurança e higiene.

Lâmpadas e luminárias também precisam estar protegidas, para evitar que as pessoas, a matéria–prima e o produto sejam atingidos por fragmentos, principalmente de vidro. Desta forma, todas as luminárias devem ter uma proteção – lente - em acrílico ou policarbonato, já que mesmo sofrendo impactos ou superaquecimento, este material não estilhaça (pode no máximo trincar). Além disso, se uma lâmpada eventualmente quebrar, os cacos de vidro ficam dentro da luminária.

A Luminária Low-Bay (LLB) da WGR, foi desenvolvida especialmente para atender estes segmentos, e já vem montada com lente prismática de acrílico e reator EAR (Equipamento Auxiliar Remoto = reator + ignitor + capacitor). É indicada para áreas internas (cobertas) com pé-direito baixo - entre 4 e 6 metros de altura.

O EAR, exclusividade da WGR, vem em caixa de aço fechada, com ganchos para pendurar no perfilado. Fica ao lado da luminária, ou seja, não recebe calor algum da lâmpada – isso aumenta a vida útil de todo o equipamento. O produto vem montado de fábrica com o cabo de rede, tomada e plug de quatro vias para conexão com a luminária. Isso traz segurança, facilita a limpeza e a manutenção, pois é possível desconectar o reator da luminária pelo conector, quantas vezes for preciso.

A WGR desenvolve projetos luminotécnicos: calcula a quantidade de luminárias necessárias, de acordo com o tipo de atividade realizada no local.
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Luminárias - Economize Energia com Sistema HI-Lo

A WGR desenvolveu o sistema HI-Lo, que possibilita reduzir o consumo de energia elétrica em até 40%, em horários e locais onde não há permanência de pessoas.

Como funciona? Os reatores das luminárias alteram a potência das lâmpadas de 100% (HI) para 60% (Lo) através de sensores de presença, fotocélula, programadores horários ou botões de acionamento - de acordo com a necessidade de cada projeto.


Sendo assim, nos períodos em que não há ninguém no local, a potência e o consumo das lâmpadas cai para 60% e se alguém entrar no local, volta à potência máxima.

Cada comando pode ser associado a um conjunto de luminárias, ou individualmente.

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LÂMPADA MISTA X VAPOR METÁLICO

Comparativo entre lâmpadas mistas e vapor metálico

Lâmpadas Mistas

As lâmpadas mistas foram desenvolvidas há muitos anos atrás com a combinação das tecnologias da lâmpada de vapor de mercúrio de alta pressão com a lâmpada incandescente.

A razão desse desenvolvimento foi, na época, substituir as lâmpadas incandescentes - que são menos eficientes.

Há muitos anos os países desenvolvidos NÃO PERMITEM a utilização desse modelo de lâmpada pelo seu alto consumo de energia e baixo fluxo luminoso.

- OSRAM no Brasil produz essas lâmpadas na potência de 160W (3100 lumens), 250W (5600 lumens) e 500W (14000 lumens).
- Philips 165W (3150 lumens) e 260W (5500 lumens).

Em resumo, como o próprio nome indica, são lâmpadas compostas de um filamento em um tubo de descarga e foram desenvolvidas como alternativas de maior eficiência para substituírem as lâmpadas incandescentes.

Lâmpadas de Vapor Metálico

São lâmpadas com um tubo de descarga de quartzo contendo mercúrio em alta pressão, com adição de iodetos metálicos de terras raras como sódio e tálio.

Atualmente é o produto correto para iluminação de grandes áreas.

Comparação de Eficiência entre Lâmpada Mista e Metálica

Lâmpada mista de 250W  produz 5500 lumens = 22 lumens por Watt.

Lâmpada Metálica 250W produz 19000 lumens = 76 lumens por Watt.

Como resultado desse comparativo uma lâmpada de vapor metálico produz vezes mais luz que a sua equivalente mista ou para obter a mesma iluminância precisaríamos acrescentar lâmpadas de 250W ou consumiríamos 863,63W.

Obs.: Essa análise seria de duas lâmpadas novas, uma vez que a curva de mortalidade das mistas é mais acentuada que as metálicas.
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LUMINÁRIAS - REFLETOR OU DIFUSOR?

Refletores ou difusores são os componentes óticos das luminárias. Sua função é direcionar o fluxo luminoso produzido pela lâmpada (lumens) para iluminar o campo de trabalho desejado (lumens/metro quadrado = Lux).

Muitas pessoas confundem refletor com difusor e vice-versa, portanto, elaboramos um texto rápido que diferencia estes dois componentes.

Refletor
Refletor - Sistema ótico de alumínio repuxado que recebe acabamento de anodização e selagem ou pintura em epóxi. Funciona como um espelho, refletindo e direcionando a luz para um foco mais específico.

Nossos modelos de luminária em alumínio – LIA e LLB (Low Bay), possuem refletores, que direcionam a luz somente para baixo (área de trabalho). São indicados para áreas produtivas ou de estoque, onde é necessário o máximo aproveitamento da luz somente na área de trabalho.

Difusor
Difusor – Sistema ótico transparente em acrílico, policarbonato ou poliestireno, que permite difundir a luz. Ilumina também o forro ou o teto, já que a luz passa por ele. O difusor ideal possui prismas curvilíneos construídos na superfície externa, que direcionam o fluxo luminoso em uma distribuição uniforme, sem ofuscar a visão.
A luminária LIP, da WGR, possui difusor prismático em acrílico ou poliestireno e é indicada para áreas comerciais como lojas, show room, supermercados ou exposições, quando a finalidade é a sensação de amplitude e conforto visual.

As lâmpadas a serem empregadas em refletores ou em difusores deverão ser sempre as de bulbo elicoidal (formato ovóide).
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Luminária Industrial

Como vender e comprar o produto certo
Carla V. C. Estremes Ricci

No setor elétrico, assim como em outros setores que exigem informações técnicas e um conhecimento mais avançado, a simples compra de um produto pode tornar-se complicada. Muitas lojas e até mesmo muitos clientes finais, não sabem exatamente qual o produto mais indicado para determinada necessidade. Uma indústria que precisa ampliar uma área e instalar iluminação adequada, por exemplo, nem sempre pede um orçamento dos produtos corretos. Se a requisição de compra partir do departamento de compras, pode ser muito simplificada e abrangente – “luminária industrial”. Porém, partindo da engenharia ou da manutenção, tende a ser mais detalhada e técnica – 54 luminárias com corpo refletivo em alumínio anodizado de 17” e lente protetora em vidro temperado, com equipamento auxiliar para lâmpada a vapor metálico de 400W em 220V.

No primeiro caso - “luminária industrial” - caso o vendedor não faça uma verdadeira investigação, perguntando qual a aplicação, formato, material, tamanho, para qual tipo de lâmpada, potência, voltagem, altura de montagem, com ou sem lente, etc., provavelmente o comprador solicitará o produto mais barato. As luminárias chegam, e na hora de instalar, alguém diz: “Essas luminárias não servem! Eu pedi luminárias industriais, não para lâmpadas fluorescentes! Quem comprou isso?”. Errou quem solicitou a compra, errou o comprador que não questionou a requisição, errou o vendedor.

Já no segundo caso, o vendedor irá apresentar os produtos disponíveis que efetivamente atendem as especificações solicitadas. As opções diminuem, e as chances de erro também. O comprador opta pelas melhores condições de pagamento, faz a compra. As luminárias chegam e na hora de instalar, alguém diz: “Essas luminárias não servem! O galpão é muito alto, as luminárias são pequenas e as lâmpadas precisam ser de 1.000W! Quem pediu isso?”. Nesse caso, errou quem especificou, pois não verificou se a aplicação era a mesma dos outros galpões e nem a altura de montagem das luminárias.

Não é uma compra fácil. Envolve área técnica, aluguel de equipamentos para instalação, mão de obra especializada. Um erro gera grandes prejuízos. Nunca erra o vendedor que perguntar o máximo possível de informações, não só sobre o produto em si, mas sobre o local onde será instalado. Se o comprador hesitar, ele ficará com medo de errar e buscará mais informações com o solicitante da compra. O comprador sentirá segurança ao ser atendido por alguém preocupado em vender o produto correto. Continuando com o exemplo das luminárias, outras perguntas que podem ser feitas: “São para instalação em indústria, comércio, ou iluminação pública?”, “Serão colocadas em perfilado? Presas ao teto? Embutidas em gesso?”, “Qual atividade será realizada no local? Envolve alimentos, produtos farmacêuticos ou cosméticos?”, “A área é produtiva, de armazenamento ou de exposição para clientes?“, “Serão instaladas em local abrigado ou externo?”, “O local tem umidade ou temperaturas muito extremas?“, “Qual a altura total do local (pé-direito) ou altura de montagem?”.

O ideal é que todo o processo de negociação seja documentado, desde as cotações, até a aprovação do pedido, por ambas as partes. Documentos contendo esclarecimento de dúvidas, especificações que precisam ser atendidas, eventuais modificações ou adaptações aprovadas, enfim, comprovações de que vendedor e comprador estavam cientes de todos os detalhes do produto e das condições de venda. Existem casos em que o comprador compra um produto “A”, o vendedor vende o “B”, a produção fabrica o “C” e a expedição entrega o “D”. É como aquela brincadeira do telefone sem fio, onde o primeiro da fila fala uma palavra ou frase, o outro entende diferente e vai passando adiante sem questionar, até que no final, aquilo que foi falado no início é completamente distorcido. Este erro só ocorre se houver falha ou falta de comunicação e documentação. Caso contrário, o cliente receberá exatamente aquilo que queria comprar.

Assim como vender é uma arte, saber comprar também é. E como somos seres humanos, passíveis a erros, principalmente pela complexidade que envolve a comunicação, a interpretação e o entendimento, informação nunca é demais. Pergunte, questione, informe. Algumas vezes aprendemos, outras ensinamos. É uma troca, onde todos ganham.
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Luminárias Industriais e Comerciais – como evitar riscos de incêndio

Há muitos relatos de luminárias comerciais e industriais que pegam fogo, e muitas dúvidas com relação à causa do problema. No caso das luminárias com lâmpadas de descarga (vapor de sódio ou metálico), que para operar necessitam de equipamento auxiliar (reator, ignitor e capacitor), a grande maioria dos relatos ocorreram em modelos com alojamento para reator - uma espécie de compartimento que fica logo acima da luminária.

No início, os fabricantes nacionais utilizaram como modelos as luminárias importadas, com alojamentos na parte superior em alumínio injetado, hermeticamente fechado. Internamente, o núcleo de ferro do reator (parte quente) e seu capacitor ficavam instalados em completo contato com a parede de alumínio do alojamento – que possuía aletas externas para aumentar a área de dissipação de calor.

Por razões de custo, os fabricantes nacionais de luminárias desenvolveram os alojamentos em alumínio repuxado. Inicialmente eram fechados e provocavam queima prematura do equipamento auxiliar. Como solução, foram introduzidos furos e rasgos, que por um lado minimizou a queima, mas por outro aumentou em muito a insegurança, devido à possibilidade de graves acidentes, como a propagação de fogo.


O reator é desenvolvido para trabalhar até um limite de temperatura, em locais ventilados e longe de qualquer fonte de calor. Já o capacitor, é o componente mais sensível a temperatura (<80°C ).


A própria lâmpada da luminária superaquece os elementos que ficam no alojamento, logo acima delas. Se o reator não for de núcleo aberto e não ficar encostado na parede do alojamento, para dissipar o calor, o compartimento vira uma "estufa", o capacitor ultrapassa os 80 graus (temp. máxima), queima e pode propagar fogo para o reator e o ignitor. E o fogo sai justamente pelos furos que deveriam resfriar e ventilar.

Como solução, a WGR desenvolveu o exclusivo EAR (Equipamento Auxiliar Remoto), que é reator + ignitor + capacitor, em caixa de aço fechada, com ganchos para pendurar no perfilado. O produto vem montado de fábrica com o cabo de rede, tomada e plug de quatro vias para conexão com a luminária. Isso traz segurança, facilita a limpeza e a manutenção, pois é possível desconectar o reator da luminária pelo conector, quantas vezes for preciso.

O EAR (reator) fica ao lado da luminária, ou seja, não recebe calor algum da lâmpada – isso aumenta a vida útil de todo o equipamento.

Atenção na escolha de produtos de iluminação. É preciso ter qualidade, tecnologia e segurança.

Os difusores mais resistentes e recomendados são os de policarbonato e acrílico. Poliestireno também é utilizado. Mas atenção, DIFUSORES de PLÁSTICO NÃO DEVEM SER UTILIZADOS! São os menos resistentes ao calor e podem derreter só com o calor da lâmpada!
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