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WGR na ENIE 2012

WGR na ENIE 2012
      
Estaremos na ENIE 2012 - de 14 a 16 de Agosto - no estande da EPCOS - TDK - expondo e demonstrando alguns de nossos produtos que utilizam capacitores Epcos, como: reatores para iluminação e bancos de capacitores para correção do fator de potência.

Esperamos você!

Pavilhão Branco do Expo Center Norte, estande 42, R. José Bernardo Pinto, 333, S. Paulo SP (próximo ao metrô Tietê).



Feira:12 às 20 h, Congresso: 9 às 18 h.

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Padrões de Lâmpadas Metálicas

Diferentes padrões de lâmpadas metálicas (acima de 250W) e como identificar na prática:


Quem compra pela primeira vez uma lâmpada a vapor metálico geralmente é orientado a comprar também o reator (com ignitor interligado), caso contrário vai pensar que a lâmpada veio queimada ou com defeito, pois não acenderá.


O ignitor é um componente que tem a função de produzir descarga inicial às lâmpadas Multi Vapor Metálicas e Sódio, sobrepondo um ou mais pulsos de alta tensão. Acesa a lâmpada, o ignitor para de produzir os pulsos automaticamente.


O reator é um equipamento auxiliar, ligado entre a rede e a lâmpada de descarga, com a finalidade de limitar sua corrente quando se aplica tensão, caso contrário, estas lâmpadas se queimariam na hora - já que não possuem em seu interior nenhum limitador de corrente (ao contrário das lâmpadas incandescentes, que possuem um filamento de metal).


A confusão começa quando são utilizadas lâmpadas metálicas acima de 250W, pois abaixo desta potência se tem como base apenas as potências das lâmpadas e a tecnologia (Sódio ou Metálica), não havendo a necessidade de verificar padrões.


Para melhor esclarecimento sobre este assunto comparamos os dois casos e padrões mais comercializados no Brasil: o Americano e o Europeu.


A escolha de que tipo de lâmpada utilizar, ou até mesmo de qual seria o melhor padrão, 
fica a critério do projetista envolvendo questões luminotécnicas ou econômicas como: melhor rendimento, maior durabilidade, menor custo, índice de reprodução de cores (IRC), aplicação, etc...


Comparativo de Lâmpadas Vapor Metálico de 400W - Padrão Europeu X Americano

Nos exemplos utilizados acima podemos ver que mesmo tendo a mesma potência, as características elétricas das duas lâmpadas, como: tensão, corrente, tensão de partida e impedância são completamente diferentes. Isso altera todo o funcionamento do sistema.

Abaixo vamos detalhar alguns problemas provenientes da troca desordenada dos padrões:

1 ) Lâmpada padrão Americano, usando um Reator padrão europeu

Quando utilizamos a lâmpada padrão americano com um reator de padrão europeu, a lâmpada acende normalmente, pois o ignitor fornece uma tensão de partida superior à especificada na lâmpada para acendimento, porém como a impedância do reator é menor, ou seja, a capacidade de impedir a passagem de corrente é menor, a corrente será elevada e proporcionalmente também as demais características da lâmpada como tensão, potência e corrente para qual foi projetada.

Com isso a lâmpada dura menos do que deveria, devido ao aquecimento interno no tubo de arco. 

2 ) Lâmpada padrão Europeu, usando um reator padrão americano

Quando utilizamos a lâmpada padrão Europeu com um reator padrão americano, o primeiro problema já acontece de imediato, pois a lâmpada não acende.

Como é necessária uma tensão igual ou superior a 3500 V para acender a lâmpada padrão Europeu, e o ignitor do reator americano produz apenas 750 V - pois foi projetado para uma lâmpada com tensão de partida mais baixo - a tensão não é suficiente para atravessar a pressão do gás. Com isso ela não apresenta nenhum sinal de partida.

Como identificar os determinados tipos de padrões?

Ao olhar no tubo da lâmpada conseguimos ver um código de identificação. Através deste código, conseguimos as características técnicas da lâmpada para determinar o reator correto que atende a condição normal. Isso acontece também inversamente quando temos reator em mãos - todo fabricante deve informar a corrente, tensão  e tecnologia  de lâmpada  destinada.

Existem também as  lâmpadas  que não seguem nenhum  deste padrões citados, ou seja lâmpada com tensão de partida igual a européia ( 4500V ) e corrente igual a americana ( 3,25 A ). Em casos como este orientamos o cliente a contatar o fornecedor do reator ou da lâmpada para maiores esclarecimentos.

Lembrando que esta situação ocorre apenas nas lâmpadas acima de 250W de potência.
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Para que reator e ignitor?

A lâmpada de filamento ou incandescente não necessita nada extra para ser operada, basta ligá-la à rede elétrica. 


Eletricamente falando, estamos ligando o filamento diretamente à rede elétrica, e a corrente que passa por esse filamento é limitada pela característica elétrica do material do filamento.


O princípio de funcionamento dessas lâmpadas é a mudança de cor que um metal sofre ao ser aquecido. À medida que aquecemos um pedaço de metal, a cor acinzentada inicial vai se tornando avermelhada, aquecendo-se mais se torna alaranjada, amarelo, e, finalmente, branca. 

Ao ligarmos uma lâmpada incandescente, se olharmos para o filamento, podemos ver todas essas cores.


Por que as lâmpadas metálicas e de sódio precisam de reator e ignitor?

As lâmpadas de descarga (vapor metálico e vapor de sódio) possuem em seu interior (tubo de arco) uma mistura de gases em alta pressão. Quando a corrente elétrica aquece estes gases, ocorre um processo químico que gera luz.


Precisam de um IGNITOR para produzir um pico de tensão e gerar o acendimento. Somente a corrente não é suficiente para dar a partida na lâmpada. Acesa a lâmpada, o ignitor para de produzir os pulsos automaticamente e se auto-desliga.


Nas lâmpadas de descarga, não há nenhum tipo de resistência, como no caso da lâmpada incandescente, e é por este motivo que necessitam de REATOR: para limitar a corrente no tubo de arco da lâmpada. Caso contrário, essa corrente excederia até estourar a lâmpada.
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Luminárias Industriais e Comerciais – como evitar riscos de incêndio

Há muitos relatos de luminárias comerciais e industriais que pegam fogo, e muitas dúvidas com relação à causa do problema. No caso das luminárias com lâmpadas de descarga (vapor de sódio ou metálico), que para operar necessitam de equipamento auxiliar (reator, ignitor e capacitor), a grande maioria dos relatos ocorreram em modelos com alojamento para reator - uma espécie de compartimento que fica logo acima da luminária.

No início, os fabricantes nacionais utilizaram como modelos as luminárias importadas, com alojamentos na parte superior em alumínio injetado, hermeticamente fechado. Internamente, o núcleo de ferro do reator (parte quente) e seu capacitor ficavam instalados em completo contato com a parede de alumínio do alojamento – que possuía aletas externas para aumentar a área de dissipação de calor.

Por razões de custo, os fabricantes nacionais de luminárias desenvolveram os alojamentos em alumínio repuxado. Inicialmente eram fechados e provocavam queima prematura do equipamento auxiliar. Como solução, foram introduzidos furos e rasgos, que por um lado minimizou a queima, mas por outro aumentou em muito a insegurança, devido à possibilidade de graves acidentes, como a propagação de fogo.


O reator é desenvolvido para trabalhar até um limite de temperatura, em locais ventilados e longe de qualquer fonte de calor. Já o capacitor, é o componente mais sensível a temperatura (<80°C ).


A própria lâmpada da luminária superaquece os elementos que ficam no alojamento, logo acima delas. Se o reator não for de núcleo aberto e não ficar encostado na parede do alojamento, para dissipar o calor, o compartimento vira uma "estufa", o capacitor ultrapassa os 80 graus (temp. máxima), queima e pode propagar fogo para o reator e o ignitor. E o fogo sai justamente pelos furos que deveriam resfriar e ventilar.

Como solução, a WGR desenvolveu o exclusivo EAR (Equipamento Auxiliar Remoto), que é reator + ignitor + capacitor, em caixa de aço fechada, com ganchos para pendurar no perfilado. O produto vem montado de fábrica com o cabo de rede, tomada e plug de quatro vias para conexão com a luminária. Isso traz segurança, facilita a limpeza e a manutenção, pois é possível desconectar o reator da luminária pelo conector, quantas vezes for preciso.

O EAR (reator) fica ao lado da luminária, ou seja, não recebe calor algum da lâmpada – isso aumenta a vida útil de todo o equipamento.

Atenção na escolha de produtos de iluminação. É preciso ter qualidade, tecnologia e segurança.

Os difusores mais resistentes e recomendados são os de policarbonato e acrílico. Poliestireno também é utilizado. Mas atenção, DIFUSORES de PLÁSTICO NÃO DEVEM SER UTILIZADOS! São os menos resistentes ao calor e podem derreter só com o calor da lâmpada!
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