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Promoção 2012 - Dia do Eletricista

 
Para comemorar o Dia do Eletricista - 17/10 - a WGR lançou a promoção 2012, desta vez no Twitter: Promoção "Eletricista Antenado".

Para participar, siga-nos no
www.twitter.com/wgrignitron e retweete (RT) a mensagem da promoção.

Quando atingirmos 300 seguidores na página do Twitter, vamos sortear entre os seguidores um Curso de Correção do Fator de Potência!

Mais informações sobre o curso:
http://www.wgr.com.br/curso/curso-de-correcao-de-fator-de-potencia-inscricao.html

Participe!
 
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WGR na ENIE 2012

WGR na ENIE 2012
      
Estaremos na ENIE 2012 - de 14 a 16 de Agosto - no estande da EPCOS - TDK - expondo e demonstrando alguns de nossos produtos que utilizam capacitores Epcos, como: reatores para iluminação e bancos de capacitores para correção do fator de potência.

Esperamos você!

Pavilhão Branco do Expo Center Norte, estande 42, R. José Bernardo Pinto, 333, S. Paulo SP (próximo ao metrô Tietê).



Feira:12 às 20 h, Congresso: 9 às 18 h.

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Catálogos de Produtos WGR

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Extravagâncias Coletivas

Extravagâncias Coletivas

por Carla Estremes Ricci - @carlaestremes, artigo publicado na revista "O Setor Elétrico"

Que atire a primeira pedra quem nunca se rendeu a uma oferta de um site de compras coletivas. Se ainda não comprou, provavelmente já entrou em um dos 1.800 sites brasileiros especializados nos chamados cupons de desconto. A primeira empresa foi a americana Groupon, uma junção das palavras “grupo” e “cupom”, fundada por Andrew Mason em novembro de 2008 e implantada no Brasil em 2010. Permanece líder de mercado, mas desde então, não parou de ser copiada. Depois do Grupon, foi criado o Peixe Urbano, em março de 2010, e o ClickOn, em maio de 2010. Estas três empresas concentram a imensa maioria dos negócios no Brasil, contando com uma estrutura de 300 a 650 funcionários, presentes em até 86 cidades.

Assim como o Google e o Facebook, foi uma ideia genial. Ativar uma oferta somente se o mínimo de cupons for vendido garante um ótimo negócio para todas as partes: para o cliente, que paga bem menos – para a empresa que fornece o produto ou serviço, que ganha no volume de vendas e atrai novos clientes – e para o site de compras coletivas, que ganha em geral 50% das vendas. A união faz a força!

Mas o que realmente atrai o consumidor, além dos descontos, obviamente? Acredito que seja a transformação de um “sonho de consumo” em oportunidade.  Produtos e experiências que antes eram considerados extravagâncias, passam a ser acessíveis pelo mecanismo de compra coletiva. E acabamos adquirindo serviços e produtos por puro deleite, sem peso na consciência, por serem “oportunidades imperdíveis”.

Eu, pessoalmente, já comprei vários cupons e recomendo. Claro que deve haver algum cuidado, afinal muitas empresas estão apenas começando e nem todas estão estruturadas. Algumas dicas para consumidores impulsivos não se arrependerem depois:

Procure obter informações do estabelecimento que vende o produto / serviço – no site principal da empresa, e em sites de busca, procurando por possíveis reclamações ou problemas – antes de efetuar a compra do cupom;
Telefone para a empresa e tire todas as dúvidas sobre o regulamento da oferta, como, prazo de validade, prazo de entrega, limitações, restrições, etc. Aproveite para avaliar o atendimento dos profissionais e a disponibilidade dos itens. Certa vez eu tentei ligar para agendar um serviço adquirido, mas o telefone só chamava. Descobri que as linhas estavam todas ocupadas, mas a impressão era a de que não havia ninguém na empresa para atender o telefone...
Fique atento à página de pagamento da oferta, checando se opera em ambiente de navegação segura e possui certificados digitais de segurança;
Tente não se enganar com o alto valor de desconto de uma oferta, busque informações para ter certeza de que realmente vale a pena efetuar a compra;
Verifique a política de desistência da participação na compra coletiva;

E o setor elétrico? Será que algum dia vai fazer parte desta nova forma de comércio? O que poderia atrair o desejo do consumidor final? Luminárias e lâmpadas decorativas, projetos de cenários de iluminação, automação residencial, economizadores de energia, painéis de energia solar, duchas e chuveiros diferenciados, itens para quem está em busca de conforto e qualidade de vida? Vai depender da ousadia e coragem de testar e arriscar um novo negócio.

Quando o risco é pequeno, vale a pena tentar. Mas é preciso ter um produto que desperte uma necessidade latente, uma estrutura que atenda um volume grande de vendas e, principalmente, pessoas bem treinadas. O atendimento ao cliente precisa ser tão rápido quanto a compra online, caso contrário, a venda será única.
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Códigos de Capacitores Epcos

Entendendo o código dos capacitores EPCOS e das etiquetas de embalagens




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Curiosidades e História da WGR

Curiosidades e um pouco da trajetória que deu início à WGR Ignitron


O fundador da WGR nasceu na Itália e veio para o Brasil aos 6 anos de idade com seus pais, que buscavam uma vida melhor. Gostava de estudar e demonstrava interesse por equipamentos eletrônicos, formando-se mais tarde técnico em eletrônica. Como hobby, tocava guitarra e tinha uma banda de rock. Em 1965, abriu uma fábrica de equipamentos eletrônicos para guitarra em São Paulo.

Em 1967, buscando um produto inovador, iniciou a fabricação de luz estroboscópica (utilizada principalmente em danceterias e shows) – foi o primeiro fabricante no Brasil.



Em 1975, começou a trabalhar com locação de equipamentos de iluminação de prédios em lançamento.

Em 1979, formou-se engenheiro civil. No ano seguinte passou a trabalhar com consultoria de qualidade de energia, com forte atuação em um conhecido frigorífico. Desenvolveu o 1º Estimulador Elétrico para Bovinos e permanece o único no Brasil a fabricar este aparelho.

Em 1984, com os filhos já crescidos, a esposa queria voltar a trabalhar. Pensando em um trabalho lucrativo, mas com a possibilidade da esposa continuar presente na educação dos filhos, ele começou a desenvolver um produto que podia ser fabricado em casa e que estava em falta no mercado: o ignitor. Como costumava comprar e utilizar ignitores nas suas instalações, aprendeu a consertar e reaproveitar os que se queimavam, já que muitos clientes solicitavam. Desse modo, conhecendo o seu sistema de funcionamento, desenvolveu vários protótipos, até que um deles chamou a atenção de uma loja, que imediatamente encomendou várias peças. Então, ele ensinou todas as etapas de produção do ignitor para sua esposa, que começou com uma produção manual de 25 peças por dia, na garagem de sua casa, e com a prática, passou para 100 peças diárias. Produzia os modelos SON 50, o SON 53, o M51 e o M52. Logo os pedidos começaram a aumentar, e outras pessoas da família começaram a ajudar na produção.



No ano de 1990 o casal fundou a empresa WGR Indústria Comércio Importação e Exportação Ltda., começando com poucos funcionários. "W.G.R." são as iniciais do nome da esposa e "Ignitron" foi o primeiro nome fantasia da empresa. A partir de então, iniciou-se a fabricação em grande escala de ignitores para lâmpadas Multivapor Metálico e Sódio. Nos anos seguintes, outros produtos foram sendo desenvolvidos e lançados e a história continua no nosso site: 
http://www.wgr.com.br/quem-somos/a-wgr-ignitron.html.
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Cliente Solitário

Por Carla Estremes Ricci (@carlaestremes)


Antes de fazer uma compra, o cliente moderno acessa o computador (ou tablet, notebook, netbook, smartphone), pesquisa qual o produto correto, marcas, lojas mais próximas, prazo de entrega, pagamento, preço, etc.

Geralmente, ele mesmo esclarece dúvidas navegando pelos sites e pelas especificações dos produtos, sem ao menos fazer uma ligação telefônica. Acaba finalizando a compra sozinho.

A globalização trouxe uma enorme necessidade de integração de sistemas e informações, que só foi possível pela tecnologia. Exemplo disso é o SAP ERP, um sistema integrado de gestão empresarial transacional, principal produto da SAP AG, uma empresa alemã, líder no segmento de software corporativo, tendo 86 mil clientes, segundo a própria SAP, em todo o mundo, sendo a maioria empresas de grande porte. Neste sistema, todas as áreas da empresa são interligadas por módulos que, juntos, contemplam a empresa como um todo. Por trás de cada processo, existem milhares de tabelas que administram em tempo real as informações que trafegam pela empresa e estas tabelas precisam ser constantemente atualizadas por funcionários ou pelos sistemas automatizados.

As lojas virtuais funcionam de forma semelhante, com integração total ou parcial dos processos, permitindo que empresas de todos os tamanhos façam negócios online. Apertam-se botões, ao invés de mãos.

É a era da autonomia, cada um por si. A informação é abundante, a variedade também, mas agora é o cliente quem procura o produto. O vendedor está sendo substituído por textos convincentes e fotos atraentes, praticamente irresistíveis. Tudo bem que um texto criativo e bem escrito é muito mais bem-vindo que vendedores pegajosos, chatos ou desinteressados, mas a questão é que o consumidor tem cada vez menos contato humano e perde muito com isso.

O que é atualmente o “atendimento ao cliente” se ele mesmo faz tudo? Ele faz pesquisas, aprende tudo sobre o produto, descobre códigos e referências, preenche formulários, digita senhas e finaliza a compra. Dependendo da empresa e do sistema utilizado, só a cotação pode demorar horas, e ninguém gosta de perder tempo, principalmente o consumidor. Para comprar de grandes empresas, o cliente precisa ser analisado, aprovado, treinado e, se conseguir passar por todo o processo e tiver sorte, poderá ter a honra de acessar o sistema do fornecedor e se virar sozinho. A sensação é de que o cliente está pagando para trabalhar para o próprio fornecedor, cujas visitas e telefonemas ficam cada vez mais raros...

Hoje são necessários mais funcionários para digitar informações no computador do que para fabricar o produto efetivamente. Máquinas produzem rapidamente e com perfeição, o homem só comanda e aperta botões. Os telefones estão tocando menos, as empresas preferem divulgar seus sites e e-mails que, aliás, lotam as caixas de mensagem. Reparem o quanto é difícil encontrar um número de telefone nos sites. Falar com alguém é o último recurso, quando nada mais funciona. Outra tarefa desgastante.

Atendentes lidam com o cliente de forma superficial e automática, exatamente como fazem ao acessar os dados do computador, esquecendo que do outro lado da linha está uma pessoa. O máximo que conseguem fazer é ler e repetir as mesmas coisas que já sabemos e que geralmente vemos simultaneamente na tela do computador: “Estou falando com a Sra. Carla, correto? Poderia confirmar o CPF ou CNPJ? Aquele mesmo que a senhora acabou de digitar, mas como o sistema transferiu a ligação terá de digitar tudo de novo. Aqui consta que a senhora comprou um XYZ123 no dia 2 de outubro às 14h51. Consta que seu pedido ainda não chegou, mas já saiu e não sabemos onde está. Mais alguma informação? Favor anotar o número deste protocolo.” A verdade é que poucos sabem ou gostam de atender pessoas, embora este devesse ser um requisito obrigatório para vendedores e operadores de telemarketing.

É preciso rever o conceito de “atendimento ao cliente” antes que ele perca a credibilidade. Outro dia uma pessoa do SAC respondeu um e-mail que eu enviei começando a frase assim: “Prezada cliente”. Meu nome estava escrito no e-mail anterior, mas ela nem se dignou a digitar, ou copiar e colar cinco letras. O resto do e-mail era uma frase padronizada e inútil. Comecei a minha resposta com: “Prezada atendente” e, depois de relatar mais uma vez a ocorrência, terminei com: “Ah, e fale para tirarem a opção de ‘Fale pelo chat’ do site de vocês. Nunca vi funcionar.” Ela nunca mais retornou o e-mail. Não teve profissionalismo, não desempenhou sua função e levou para o lado pessoal. E a empresa perdeu uma cliente.
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