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Para que reator e ignitor?

A lâmpada de filamento ou incandescente não necessita nada extra para ser operada, basta ligá-la à rede elétrica. 


Eletricamente falando, estamos ligando o filamento diretamente à rede elétrica, e a corrente que passa por esse filamento é limitada pela característica elétrica do material do filamento.


O princípio de funcionamento dessas lâmpadas é a mudança de cor que um metal sofre ao ser aquecido. À medida que aquecemos um pedaço de metal, a cor acinzentada inicial vai se tornando avermelhada, aquecendo-se mais se torna alaranjada, amarelo, e, finalmente, branca. 

Ao ligarmos uma lâmpada incandescente, se olharmos para o filamento, podemos ver todas essas cores.


Por que as lâmpadas metálicas e de sódio precisam de reator e ignitor?

As lâmpadas de descarga (vapor metálico e vapor de sódio) possuem em seu interior (tubo de arco) uma mistura de gases em alta pressão. Quando a corrente elétrica aquece estes gases, ocorre um processo químico que gera luz.


Precisam de um IGNITOR para produzir um pico de tensão e gerar o acendimento. Somente a corrente não é suficiente para dar a partida na lâmpada. Acesa a lâmpada, o ignitor para de produzir os pulsos automaticamente e se auto-desliga.


Nas lâmpadas de descarga, não há nenhum tipo de resistência, como no caso da lâmpada incandescente, e é por este motivo que necessitam de REATOR: para limitar a corrente no tubo de arco da lâmpada. Caso contrário, essa corrente excederia até estourar a lâmpada.
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10 Regras - Atendimento nota 10


10 regras para um Atendimento nota 10


Você sabia que quase 70% das razões identificáveis pelas quais os clientes abandonam a empresa nada têm a ver com o produto / serviço, mas com a qualidade do atendimento prestado?


É por isso que profissionais de vendas e telemarketing precisam ser muito bem treinados e gostar de lidar com pessoas. Como em todas as profissões, há os que possuem vocação, e outros não. Todos nós temos histórias de bons e maus atendimentos e fica fácil identificar o que deve e o que não deve ocorrer.


O que o cliente quer quando procura uma empresa, para comprar ou resolver alguma situação? O que as empresas devem oferecer para atingir as expectativas do cliente?


1. Soluções – Não compramos produtos ou serviços. Compramos soluções para as mais variadas necessidades, sejam elas reais ou imaginárias. É muito mais interessante quando o atendente ouve o que temos a dizer e parece identificar o produto exato que se encaixa com o que procuramos ao invés de uma pessoa que decora a ficha técnica de cada produto, mas não é capaz de indicar nenhum específico.


2. Ouvir mais do que falar – saber o que se passa na mente de cada consumidor é tarefa para os ouvidos mais aguçados. Aprende-se a ouvir também com os olhos, caso seja possível observar pessoalmente as atitudes e expressões do cliente. Fazer perguntas é uma excelente saída quando o cliente está descontente e nervoso. Ter o máximo de informações possibilita consultar os arquivos e dar uma resposta objetiva. Perder a calma, jamais, mesmo que o cliente perca a razão.


3. Interessar-se – Não adianta fingir. É fácil perceber quando a pessoa não está nem aí para o cliente. Atendentes de telemarketing são campeões em demonstrar descaso total. “Vou cancelar tudo!” e a pessoa responde: “Um momento que vou transferir para o departamento de cancelamento.” É preciso haver comprometimento, gostar da empresa, defender a empresa, conversar com o cliente e colocar-se no lugar dele.


4. Falar com naturalidade - nada de frases robotizadas e decoradas, sorrisos e intimidade forçados. Se a pessoa está odiando o que faz, dificilmente vai convencer alguém a comprar. Mas também não vamos exagerar, nada de “Linda, amor, querida, colega, amigão, docinho, gato!” Atender bem não é virar o melhor amigo da pessoa e ter coisas em comum. É preciso ser autêntico, acreditar no que fala e passar credibilidade e carisma. Difícil?


5. Falar e escrever corretamente - Insisto em dizer que isso abre portas. Quem lida com clientes não tem desculpa. Vejo pessoas desperdiçando oportunidades valiosas de aprender, usando a internet para trocar e-mails de piadas e fofocas, ao invés de pesquisar assuntos pertinentes e procurar crescimento profissional. É preferível gastar vários minutos a mais pesquisando uma palavra no dicionário do que enviar um texto com erro. Ativar o corretor ortográfico no envio dos e-mails deveria ser obrigatório. Quem fala e escreve bem impressiona e conquista admiração, sobressai-se dos demais.


6. Agir com educação – palavras como “Bom dia, boa tarde, por favor, por gentileza, com licença, obrigado, disponha”, nunca saem de moda. Espero que nunca saiam. Demonstram atenção, preocupação e cuidado. Quem não gosta de ser bem tratado? Nunca deixe o cliente esperando tempo demais, prefira retornar a ligação ou oferecer um café, mas jamais se esqueça dele, ele certamente perceberá.


7. Respeitar e portar-se com discrição – na empresa ou no cliente, deve haver um equilíbrio entre naturalidade e respeito. No modo de se vestir, falar, gesticular, etc. Na presença do cliente, é inaceitável gritar para chamar um colega, falar gírias em excesso, palavrões, piadinhas, cantar, batucar, bater portas, gavetas, enfim, é preciso ter uma postura madura e profissional.


8. Registrar informações com organização – de modo que possam ser consultadas com facilidade e rapidamente. Nossa memória é falha, devemos ter todas as ferramentas à mão com agilidade quando o cliente precisar, evitando que ele tenha que relatar tudo novamente.


9. Usar o celular com moderação e critério – ele está lá, todos sabem, quem não tem? Mas é preciso saber avaliar o que é prioridade: aquele cliente que está na linha (ou pessoalmente), ou o que está ligando para o celular? Nada de deixar o cliente plantado esperando e atender o celular para falar com amiga, mulher, namorado, etc. Cuidado! Os toques de celular revelam quem você é! Barulhos escandalosos, pagode, funk, músicas de balada, podem agradar amigos e parentes, mas no ambiente e relações profissionais, pegam mal... Os modos “silencioso” e “vibratório” foram inventados para situações que exigem discrição.


10. Superar expectativas – este deveria ser o objetivo de todos os profissionais que lidam com clientes. O cliente é chato? Seja atencioso. Ele é durão? Descubra seu ponto fraco e trate-o bem. Aliás, como digo sempre, não existem clientes chatos e difíceis, mas sim exigentes. Quem não exige não se impõe. Exigências plausíveis ampliam os horizontes e até mesmo inspiram novas idéias.


Carla Estremes Ricci
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Queima de Capacitores

Por que somente alguns capacitores do banco queimam, sendo que todos são iguais?


Apesar de as unidades capacitivas possuírem a mesma potência e tensão e atenderem às especificações da Norma NBR IEC60831-1 e NBR IEC60831-2, possuem características elétricas (resistência elétrica, perda e isolação) e mecânicas (dimensional e dissipação térmica) com diferenças mínimas.


Além disso, dentro de um banco de capacitor, estão fisicamente instaladas em locais diferentes onde a ventilação natural ou forçada será diferente entre ambas. Desta forma, terão uma expectativa de vida diferente.


Outro fator que faz com que uma unidade capacitiva queime em momento diferente da outra é que em uma ressonância, a corrente e a tensão sobre o capacitor será extremamente elevada, causando a queima de uma ou mais unidades capacitivas. Isto fará com que a ressonância acabe, uma vez que a capacitância do sistema foi alterada e assim sendo, a corrente e a tensão sobre o capacitor voltarão aos valores normais. Não ocorrerá mais a queima de unidades capacitivas até que o sistema entre em ressonância novamente, fato este que poderá ocorrer na troca do capacitor queimado. Neste caso, é fundamental um estudo para verificar se será necessária a instalação de indutores de dissintonia (bloqueadores de harmônicas).


As unidades capacitivas de maior potência tendem a queimar com maior frequência do que as unidades capacitivas de menor potência. Isso por que as unidades capacitivas de maior potência esquentam mais do que as de menor potência, devido à sua relação potência/volume. Assim sendo, as unidade capacitivas de maior potência terão sua expectativa de vida inferior às de menor potência. Vale ressaltar que as unidades capacitivas de maior potência também atendem integralmente à norma de capacitores NBR IEC 60831-1 e NBR IEC 60831-2 e tem sua expectativa de vida superior à 100.000 horas.


Se levarmos em conta a relação potência/volume, as unidades capacitivas monofásicas são os capacitores que possuem a maior expectativa de vida.


No caso de bancos de capacitores que apresentam queima na conexão dos cabos nas unidades capacitivas monofásicas, podem ter sido montados com terminais de marcas diferentes. Se o terminal macho que já vem na célula é de uma marca e o terminal fêmea do cabo de conexão é de outra marca, não há um bom contato, sendo bem provável que a conexão fique comprometida - gerando aquecimento no terminal e possível queima do cabo.


Outro fator que faz com que o cabo queime na conexão com a unidade capacitiva monofásica é a corrente True RMS, medida no terminal da unidade capacitiva monofásica, muito acima da corrente nominal. Isto pode ser causado por tensão de rede ou distorção harmônica elevada.

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Fio Neutro

O condutor neutro tem uma diferença de 0 (zero) Volts em relação ao terra. Isto quer dizer que não há diferença de potencial entre estes dois condutores. Não é correto chamar o condutor neutro de negativo, pois em corrente alternada (Concessionária), como é o caso, não há polaridade fixa. 

Corrente contínua seria a da bateria. O condutor Neutro é gerado pelo tipo de ligação interna no transformador. Normalmente não deve haver circulação de corrente e tensão em relação a “Terra”.


Um transformador com saída (secundário) em 220 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 220 Volts e entre fases e Neutro=127 Volts

Um transformador com saída (secundário) em 380 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 380 Volts e entre fases e Neutro = 220 Volts

Um transformador com saída (secundário) em 440 Volts teria as seguintes tensões:
Entre fases = 440 Volts e entre fases e Neutro = 254 Volts

O Condutor Neutro deve ser identificado pela cor AZUL CLARO.

Na ligação de uma lâmpada com interruptor, o Neutro sempre alimenta diretamente a lâmpada.

O condutor Neutro não pode ser seccionado por disjuntor ou fusível. Deve ser ligado ao barramento existente para este fim e/ou em dispositivos tipo DR.

Fonte: Elétrica Celtec
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Lâmpadas Fluorescentes causam câncer de pele?

Fonte: Elétrica Celtec

Frequentemente ouvimos a orientação de que as pessoas que trabalham em ambientes iluminados por lâmpadas fluorescentes necessitam usar protetor solar. Até que ponto isto é necessário?

Esta questão surgiu no início da década de 1980, quando se considerou a possibilidade de que as lâmpadas fluorescentes poderiam causar o melanoma, ou câncer de pele. Este boato foi estimulado principalmente por dois fatos: 1) a maioria das fontes de luz fluorescente emite uma pequena quantidade de R-UV e 2) a exposição a altos níveis de R-UV solar podem causar o melanoma. 

Infelizmente, tais relatos superficiais, sobre um assunto técnico, levaram ao surgimento de um conceito indevido sobre as lâmpadas fluorescentes, entre muitas pessoas. De fato, a maioria das lâmpadas utilizadas para a iluminação de ambientes internos produz R-UV, entretanto elas não geram riscos à saúde. Para entendermos o porquê disto, devemos analisar o funcionamento dos dois principais tipos de lâmpadas mais comumente utilizadas (as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes) e conhecer as conclusões de vários estudos científicos sobre o tema. 

Lâmpadas incandescentes: a luz visível emitida por este tipo de lâmpada resulta do aquecimento dos seus filamentos de tungstênio. A maior parte da energia resultante deste processo encontra-se na faixa do infravermelho. A quantidade de R-UV produzida é desprezível e completamente absorvida pelo bulbo da lâmpada que é de vidro. 

Lâmpadas fluorescentes: neste tipo de lâmpada, uma descarga elétrica é gerada e conduzida através de um gás ou uma mistura de gases (habitualmente mercúrio e argônio) causando a sua ionização e consequentemente a produção de R-UV. Esta, por sua vez, interage com a camada de fósforo na face interna do invólucro de vidro da lâmpada sendo convertida em luz visível. Assim, as emissões de R-UV das lâmpadas fluorescentes são extremamente baixas devido a uma forte atenuação causada pela reação com o fósforo e pelo invólucro de vidro.

Diversos estudos científicos já foram realizados com o objetivo de medir a quantidade de R-UV que as lâmpadas fluorescentes poderiam estar emitindo no ambiente. Em 1988, uma revisão científica internacional (CIE - Journal, 1988 apud NEMA, 1999) concluiu que não havia nenhum dado que suportasse a associação entre a exposição a luz fluorescente e o risco de melanoma. Concluíram que nenhuma lâmpada testada emitia níveis significativos de R-UV a uma distância de 10 centímetros que pudesse ser considerada risco para a saúde.

No Brasil, medições em ambientes iluminados artificialmente, realizadas com instrumentos muito sensíveis, mostraram que os níveis de R-UV são praticamente nulos e, portanto, não oferecem risco algum à saúde. Uma exposição de 8 horas sob a luz fluorescente equivale a 1 minuto de exposição ao sol. 

Sendo assim, com base em estudos realizados desde a década de 80, a conclusão de que as lâmpadas fluorescentes não emitem níveis significativos de Raios Ultravioletas e que não aumentam o risco para o desenvolvimento dos principais tipos de câncer de pele (CEC, CBC e melanoma) permanece até os dias de hoje. 

REFERÊNCIAS 

ARPANSA. Australian Radiation Protection and Nuclear Safety Agency. Ultraviolet radiation emissions from compact fluorescent lights. Disponível em: http://www.arpansa.gov.au 

NEMA. National electrical Manufacturers Association. Ultraviolet radiation from fluorescent lamps. A NEMA Lighting Systems Division Document, 1999.
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Vista a camisa do cliente

por Carla Estremes Ricci
artigo publicado na revista O Setor Elétrico

Olhe ao seu redor. Como é o seu ambiente de trabalho? Você está cercado de profissionais competentes, motivados, interessados, pró-ativos, que trabalham em equipe?

Em qualquer negócio, a sintonia entre todo o pessoal e cada setor da empresa é fundamental. Dividir e trocar informações, incentivar, apoiar, ser prestativo, tirar dúvidas, relacionar-se bem. Trabalhar em equipe é estar em constante movimento, não desanimar nunca, mas sim lutar para encontrar novas soluções. É corrigir e aperfeiçoar as falhas e melhorar o que já estava bom. Equipe são parceiros, colegas, braços direitos, pessoas com quem podemos contar e que também não deixamos na mão.

Erra quem pensa em conseguir sucesso e reconhecimento através do individualismo. Cada um de nós tem suas qualidades e talentos únicos, mas de nada adiantam quando utilizados isoladamente. Exceto em raros casos e em profissões menos convencionais, temos conhecimento de pessoas que vencem absolutamente sozinhas. Certamente dispõem de uma bela equipe de profissionais que trabalham em conjunto.

Numa empresa onde há rivalidade entre os profissionais e mesmo entre os departamentos, perde-se o conceito de equipe. Departamentos distintos têm o objetivo de concentrar profissionais especializados numa mesma área ou função, mantendo elos de ligação entre si, ou seja, um depende do outro para o perfeito funcionamento de toda a organização. Assim como em qualquer organismo, se um órgão vital falha, outros podem ficar comprometidos. Deixar de fazer uma tarefa por não ser sua função, por falta de iniciativa ou mesmo indiferença, parece não afetar diretamente o funcionário “distraído”. Mas é um comportamento que aos poucos pode “contaminar” os outros, gerando egoísmo e falta de comprometimento.

Vejam um exemplo simples: Se o telefone do seu colega toca e ele não está mesa, você:
a) Finge que não ouve, afinal está muito concentrado na sua tarefa;
b) Faz um enorme esforço para puxar a ligação, mas após 10 toques o telefone pára de tocar;
c) Xinga baixinho palavras incompreensíveis e depois atende ao telefone como se fosse a coisa mais absurda do mundo;
d) Puxa a ligação e atende como está acostumado a atender qualquer ligação da empresa.

Se você esboçou um leve sorriso quando leu as respostas a, b ou c, certamente já viu essa cena. Ou vivenciou. Mas não conte para o seu chefe! Afinal, quem quer que esteja ligando para a sua empresa, faz uma imagem dela, ainda que por telefone. Se for um cliente então, pode ser um contato perdido. Uma venda perdida. E todos saem perdendo, afinal fazem parte de um único organismo.

O verdadeiro trabalho de equipe ultrapassa o conceito de “vestir a camisa da empresa”. Nenhuma empresa existe sem o cliente. Ações voltadas pura e simplesmente para a empresa, tendem a ser superadas por aquelas que têm como objetivo a satisfação das mais variadas necessidades dos seus clientes.

Portanto, olhe novamente ao seu redor, mude o que precisa ser melhorado, valorize o que há de melhor em cada um, seja parte de uma equipe. Mesmo que alguns continuem imobilizados pela mediocridade, faça a sua parte. A diferença será visível. Destaque-se das pessoas comuns e vista a camisa do cliente! 
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Concorra a uma Maleta de Medição!

Concurso Cultural - Dia do Eletricista - Concorra a uma Maleta de Medição!


Dia 17/10 é Dia do ELETRICISTA!


Parabéns a todos que exercem esta arriscada e necessária profissão!


Para comemorar este dia, vamos dar de presente uma MALETA DE MEDIÇÃO INSTANTÂNEA, para Correção do Fator de Potência, através da nossa página no Facebook. 


Veja como participar:



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